Ate quando seremos Palhaços

Dia do Palhaço é uma comemoração que ocorre no dia 10 de Dezembro

O termo Palhaço também é bastante utilizado para denegrir a imagem de alguma pessoa. É utilizado em situações onde este(a) faz injustiças, agressões, brincadeiras de mau gosto, deboches demasiados e/ou traumáticos e qualquer outra situação que cause Raiva (sentimento) na pessoa receptora.


Motivos é que não faltam

Talvez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteja certo quando diz que os jovens são muito novos para entender de política.

Os políticos roubam na maior cara de pau. Mentem. Matam. Ridicularizam a sociedade civil. E ficam impunes

A nossa mentalidade está arraigada. Votamos mal. Nos deixamos enganar a cada pleito. Vendemos nossos votos.

E você leitor, nem deve estar lendo este texto. É puro fruto da sua imaginação. E todo o resto é um picadeiro aonde, nós, somos os palhaços.

O mundo é um circo em que a arena e as arquibancadas são relativas.

Os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) voltam à assolar São Paulo. Apenas dois meses após os dias de terror que a cidade viveu, o crime ganha força novamente. O mais intrigante nisso tudo é que as estatísticas do que ocorreu em maio ainda são obscuras. Não se sabe realmente quem foram os culpados e não se estabeleu uma punição efetiva e definitiva para eles.

Até porque se não são falsas, nós é quem estamos ficando loucos e amanhã nas primeiras horas do dia há de acontecer um milagre no município de Muricy, o sertão vai virar mar assim como a mentira virou verdade, ou será que ainda existe distinção entre as duas palavras. Sou jovem demais para entender de sordidez política.

Não precisa ser íntimo de desembargadores ou juízes para saber que o maior “cliente” da Justiça Federal é a própria União. É ela que protela
milhares e milhares de causas perdidas. É a União, que na contramão do desenvolvimento, recorre até a última instância mesmo sabendo que o
resultado em nada mudará. Isso literalmente “amarra” o desenrolar dos
julgamentos, trazendo danos irreparáveis à população que precisa de decisões rápidas, muitas delas que até alteram o seu cotidiano.

Infelizmente, o que assistimos é um festival de atos que só estimulam a criminalidade. Um cidadão mata outro, de forma fria, e, ao invés de ir
para a prisão, são observadas normas que beiram o absurdo. Por exemplo: se o assassino tem curso superior, tem privilégios. Ora essa! Se ele tem
curso superior, pelo menos em tese, tem um maior discernimento, sabe muito bem o que faz e, portanto, é ainda mais culpado do que um
ignorante, se é que isto é possível.

A nossa classe política, que tem em seus quadros figuras dignas de páginas policiais, chegou a se intrometer no assunto. Imaginem que um
genial deputado do PT de São Paulo, Wagner Rubinelli, encaminhou projeto à Câmara dos Deputados regulamentando o uso de algemas. Na sua “visão” ficaria dispensado o uso das algemas nos casos de réu primário, de bons antecedentes, que não resistir à prisão, não tentar a fuga ou se
não se tratar de prisão em flagrante. Se não me engano, alguns de seus pares passaram por essa situação. Hummmm..

Por mais provas que se possa obter, é sempre bom ter em mente que se está lidando com profissionais, embora alguns pareçam amadores quando se expõem a facilidades como tratar de negócios escusos por telefone. Os grandes capos, que quase sempre escapam, certamente são mais cuidadosos. Outros, como alguns parlamentares, contam com a “absolvição” pelas urnas e com o foro privilegiado, que lhes dá a vantagem, nada desprezível, de serem processados  no Supremo Tribunal Federal,  atulhado de milhares de processos.

A propósito das denúncias trazidas pela operação Navalha da PF, onde foram presas 46 pessoas entre as quais prefeitos, um ex-governador e um deputado distrital, fala-se agora no envolvimento de ministros, governadores e senadores, por enquanto, e em nova CPI, outra de uma longa série, as quais quando não apresentam resultados irrelevantes, se revelam inúteis por obra do fisiologismo reinante no Parlamento.
Por tudo isso, a sensação que fica,somos todos Palhaços

Impunidade é o gozo da liberdade, ou de isenção de outros tipos de pena, por uma determinada pessoa, apesar de haver cometido alguma ação passível de penalidade. É a não aplicação de pena, mas também o não cumprimento, seja qual for o motivo, de pena imposta a alguém que praticou algum delito.

Ser palhaço da impunidade da desigualdade das mazelas politicas é um fato normal em nosso Brasil

Ass. Moura

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