Vereadores visita creche abandonada

Vereadores visita creche abandonada que foi invadida por moradores

Depois que o Portal Cabo encaminhou  a denuncia á câmara dos Vereadores

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Uma comissão de Vereadores formada Por  Arimateia (Comissão de Educação) Ricardinho Keko do Armazém e Joelson (comissão de obras) comparecerão para ver de perto o problema em si

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Vários moradores fizeram vários questionamentos sobre Enem fatos desde abandono por parte da Prefeitura local e da associação de moradores de Pontezinha

O Vereador Arimateia  teve quer ter pulso firme pois o povo local estava muito revoltado com o total descaso das autoridades locais e cobrava providencias urgente ouve até um principio de bate boca por parte de moradores

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O Mesmo se comprometeu em levar as varias reivindicação a câmara de Vereadores e se Prontificou na segunda feira voltar lá com o secretario de obras para tentar dar limpeza da área e trazer também o pessoal da Secretaria da Habitação para fazer o cadastramento das famílias ali alojadas

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Vamos aguardar os desenrolar dos fatos  pois estamos de Olho

Comments
4 Responses to “Vereadores visita creche abandonada”
  1. Correta a visita dos vereadores, apenas acho que ao cadastrar as pessoas que ali se instalaram, verificar se são realmente carentes, pois muitos que ali estão são proprietários de casas ao lado do terreno em questão.
    Ali não existem sem teto ou sem terra.
    Se estas pessoas reclamavam a sujeira no local, porque não se uniram em multirão e limparam a área que pertence a comunidade e lá não se esforçaram para instalar cursos e local de lazer como um campo de futebol ou um palhoção onde pudessem festejar suas datas mais populares como São João, fazendo lá um placo para dança e execução do coco de roda, sem necessitar estar espremido no antigo palanque do coco, e ainda contribuir resgatando uma verdade sobre este folguedo
    Pois fazendo justiça, o conselho social dos moradores de Pontezinha deu a este local o nome de centro social e cultural mestre Zezinho Varelo que verdadeiramente troxe e tornou esta atividade popular um marco em Pontezinha.
    Se existe tanta vontade porque não se unir e REconstruir com ajuda da gestão municipal, o PATRIMONIO e torna-lo o CENTRO DAS EXPERSSÕES CULTURAIS DE PONTEZINHA?
    Espaço existe, falta a união.Comunidade organizada tem vez, voz e poder.

  2. silvio disse:

    A comissão de Vereadores estão fazendo o verdadeiro papel ao qual foram eleitos, visitando o povo e vendo verdadeiramente as necessidades que ora estão enfrentando. Parabéns Exelentissimos Senhores Vereadores Arimateia, Keko do Armazem, Ricardinho e Joelson, vocês estão mostrando juz ao cargo que exercem. Quanto a antiga Creche de Pontezinha, perguntem a Vereadora Secretaria EDNA GOMES o por que deste abandono, ela é a responsavel direto por tal feito, haja vista que ela não participou da rescente visita ao local com os seus demais colegas Vereadores, EDNA GOMES tem todo o historico da atual situação da antiga Creche de Pontezinha.

  3. Acredito que os senhores vereadores que visitaram O CENTRO SOCIAL E CULTURAL MESTRE ZEZINHO VARELO, antiga Creche de Pontezinha tenham interesse em ajudar na solução do problema em questão, é claro que não estão visando promoção politica e que esta área poderia muito bem ser transformada em um local onde se possa mostrar a verdadeira cultura da comunidade de Pontezinha.
    O resgate do coco (pois o antigo palanque, sacramento, centro cultural mestre Goitá ou seja lá qual for o nome não atende mais as necessidades do povo de Pontezinha.
    Apoiar a ação inconsequente dos que invadiram a área seria burrice (o que não seria de estanhar, pois apoiando) estarão mais tempo na mídia, independente das consequencias, pois quando a coisa dá errado sempre se encontra uma saida (pela esquerda)
    Ainda que nenhum dos invasores seja pessoa sem teto, todos teem suas casas, ali mesmo às margens da área invadida é só pesquisar.
    Então que resta se querem mesmo mostrar que são comprometidos com as melhorais para a comunidade e não apenas procurar no fato uma forma de agredir a situação, levem o projeto de soerguimento do CENTRO para a câmara, aprovem, e exijam que seja feito.
    O CONSELHO SOCIAL DOS MORADORES DE PONTEZINHA procurou manter e melhorar as instalações, trazer projetos que beneficiassem a comunidade, mais sempre encontrou portas fechadas, pois os ilustres vereadores na gestão passada foram procurados para ajudar e nunca obteve respaldo, por outro lado a quem mais interessaria que aquele imovel estivesse funcionando e de alguma forma contribuindo com a inclusão social, tentou por meio de duas de suas secretarias tomar o patrimonio do povo, pelo simples fato de a entidade ser apolitica.
    Então senhores!
    Existe algum desejo puro em ajudar, ou é apenas mais uma marquetada politica? Vão cadastrar o que, quem? Os moradores das redondezas como se fossem sem teto, insuflar e apoiar invasões?
    Bem!
    Tem muita gente de olhos abertos e muitas mais abrirão os olhos as possiveis jogadas politicas que pretendam usar para dizerem que estão querendo beneficiar o povo quando na verdade estarão tentando se autopromoverem.
    Hoje não é preciso que os jornais recebam ordens ou não de editar uma materia mostrando as pilantragens politicas a internet esta ai, e por ela pelo menos os mais esclarecidos conhecerão quem realmente são os politicos que elegeram.
    Para não ir muito longe, aquele que estava com 84% de aprovação já caiu um bocado e de tanto fazer besteira e encobrir politico ladrão, a coisa já começa a despencar.
    Uma materia pode não ser publicada neste jornal, ou em qualquer outro do Cabo mais certamente se necessário for, ela correrá via internet os quatro cantos do mundo que dira do Cabo de Santo Agostinho.
    Querem uma demonstração?
    Leiam a máteria que colocarei logo a seguir para não ficar muito longo e o assunto deturpado.

  4. Enquanto em Recife a Saúde está na UTI, a ALEPE paga essa mordomia com nosso imposto.
    ” Além da restauração e extração de dentes, há limpeza de tártaro e exame de raio X. A clínica oferece serviços de clínica médica, ginecologia, dermatologia, oftalmologia, otorrino, neurologia, fonoaudiologia, oncologia, tratamento da dor, psicologia e laboratório de análises clínicas.

    Também são realizados exames cardiológicos, pequenas cirurgias e suturas”.
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    Diário de Pernambuco
    Edição de quarta-feira, 8 de abril de 2009

    MORDOMIA // Serviço de saúde é utilizado para favores a amigos e eleitores dos parlamentaresAté empregada de deputado tem médico na Assembleia
    Presidente defende atendimento
    Cláudia Eloi // Diario
    claudiaeloi.pe@diariosassociados.com.br
    A empregada doméstica Silviane Dias, 30 anos, e a desempregada Elizabet Gomes, 47, são exemplos do que se transformou o serviço médico da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

    Silviane, empregada de Alberto Feitosa: “Ligo para a secretária do deputado e ela marca. Minha mãe também já usou”. Foto: Helder Tavares/DP/D.A Press
    Criado há quatro décadas, atende funcionários efetivos, de cargos comissionados, terceirizados e seus respectivos parentes, parlamentares e familiares, além dos interesses privados dos deputados. Silviane e Elizabet estão incluídas na cota a que cada deputado tem direito. Segundo o vice-presidente da Casa, deputado Izaías Régis (PTB), cada parlamentar pode indicar até 30 pacientes por mês, sejam eleitores ou não, para receber tratamento médico e odontológico de graça.
    O serviço médico da Assembleia é considerado pelos usuários como um centro de excelência. Por dia, de 60 a 100 pessoas se dirigem ao anexo 2, no Recife, onde está instalado. Todos vão em busca de um tratamento gratuito e de qualidade. O atendimento, no entanto, não é para todos. O acesso do público externo começa pelos gabinetes. Para se consultar é preciso passar pelo aval dos parlamentares.
    Alguns chegam a indicar seus próprios funcionários particulares, como é o caso do deputado Alberto Feitosa (PR), cuja empregada doméstica foi atendida na última segunda-feira. Sem plano odontológico, Silviane Dias decidiu fazer o tratamento dentário por orientação do seu patrão. “Trabalho na casa do deputado Alberto Feitosa. Ele disse que eu fosse porque o serviço era muito bom. Se eu fosse pagar seria no mínimo R$ 300”, calculou.
    Silviane garantiu que o atendimento é rápido e sem burocracia. “Eu ligo para a secretária do deputado e ela marca para mim. Minha mãe também já usou o serviço médico para fazer exame cardiológico. Os médicos daqui são ótimos”, parabenizou. O elogio de Silviane faz sentido. Além da restauração e extração de dentes, há limpeza de tártaro e exame de raio X. A clínica oferece serviços de clínica médica, ginecologia, dermatologia, oftalmologia, otorrino, neurologia, fonoaudiologia, oncologia, tratamento da dor, psicologia e laboratório de análises clínicas.
    Também são realizados exames cardiológicos, pequenas cirurgias e suturas. “Toda empresa deveria ter um serviço como esse. É a humanização do serviço. Se um funcionário da Assembleia está doente o médico vai vê-lo em casa. Defendo a ampliação desse serviço. É qualificado e o investimento financeiro pequeno”, afirmou o chefe da Assistência de Saúde da Assembleia, Aldo Mota, explicando que ela foi criada inicialmente como posto de atendimento médico há quase 40 anos.
    Enquanto Silviane começava a desfrutar do serviço de qualidade, Elizabet Gomes pode se considerar uma veterena. Ela começou a ser atendida há oito anos graças ao então deputado Lula Cabral (PTB). Com a vitória dele para a Prefeitura do Cabo, ela continuou frequentando a Assembleia por indicação do irmão dele, o deputado Everaldo Cabral (PTB). “Já vim para o oculista, dentista e cardiologista. Aqui é melhor do que particular. Estou atualmente desempregada. Seria péssimo se não tivesse esse serviço”, comentou.
    De acordo com Aldo Mota, a clínica custa R$ 2 mil mensais, sem contar a folha de pessoal. São 17 médicos, seis dentistas, três auxiliares de enfermagem, uma enfermeira, dois auxiliares de odontologia, quatro recepcionistas e quatro auxiliares. É uma estrutura grande. O serviço ambulatorial do Hospital Otávio de Freitas, um dos maiores do estado, tem 26 médicos atuando das 7h às 19h, numa média de 500 atendimentos ao dia.
    Segundo Aldo Mota, os parlamentares e os servidores são prioridades no Legislativo. “Eventualmente acontece atendimento de fora”. A clínica funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Na sexta-feira o horário vai até as 13h.
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    Paciente feliz: “É quase uma clínica particular”
    Cerca de 2,5 mil pessoas são atendidas por mês no serviço médico da Assembleia Legislativa
    Em dias de pico na recepção da clínica médica da Assembleia Legislativa de Pernambuco falta espaço para tantos pacientes. Nada menos que 2,5 mil pessoas por mês procuram o serviço médico e odontológico. Segundo a atendente Josilene Santana, há dias em que as pessoas não conseguem nem entrar. “Na quarta e na quinta-feira a demanda é maior. Algumas ficam esperando sua vez do lado de fora para serem atendidas. A clínica fecha às 18h, mas a gente só sai após o último paciente. Teve dia que já saí daqui às 20h30”, comentou.
    Na última segunda-feira, enquanto aguardava ser chamada para o dentista, a desempregada Juliana de Freitas, 20 anos, contou à reportagem do Diario que foi encaminhada por indicação do gabinete do deputado Manoel Ferreira (PR). “Passei dois anos no SUS para fazer um tratamento de canal e que quando terminou não tinha restauração. Minha amiga trabalha no gabinete e marcou a consulta para mim. Cada deputado tem uma cota para marcar as consultas. É quase uma clínica particular. A gente nem sai decasa para marcar. Eles pegam os dados por telefone. A gente traz a identidade e eles colocam na nossa ficha o deputado que indicou”, informou.
    A distância parece não desmotivar os pacientes. Morador do município de Escada, a 51 quilômetros do Recife, o operário de destilaria de álcool Rinaldo Lins de Sales, 37 anos, disse que estava cansado de perambular por hospitais públicos. “Já fui seis vezes no SUS e os médicos não dizem o que tenho. De repente perdi as forças dos braços e das pernas. Estou há mais de três meses doente”, lamentou.
    Segundo Rinaldo um assessor do deputado Lucrécio Gomes (PV) mora perto de sua residência e o orientou a procurar o serviço do Legislativo. “Já andei por muitos médicos e eles só passam remédio sem saber a doença. Marquei uma consulta pela Assembleia há uma semana e já fui atendido. Aqui na clínica foi que passou exames e hoje mesmo vou para o clínico geral”, comemorou.
    A dona de casa Maria Aparecida Gadelha, 49 anos, estava havia três meses tentando uma consulta pelo SUS semsucesso. Na última segunda-feira ela aguardava sua vez para ser consultada pelo cardiologista. “Fui várias vezes para o posto de saúde perto de minha casa e não consegui ser atendida. A amiga de minha filha tem conhecimento com o deputado Marco Barreto (PMN) e marcou para mim. Vim hoje (segunda-feira), já fiz o eletrocardiograma e estou esperando para o cardiologista avaliar. Se fosse esperar pelo serviço público a gente se acabava”, criticou.
    Os ex-servidores também não dispensam o tratamento. O estudante Emerson Almeida, 27 anos, trabalhou como cargo comissionado na gestão do então presidente Djalma Paes e ainda continua usufruindo do serviço. “Estou com inflamação na garganta. Já conhecia o sistema e agora vim por indicação do gabinete do deputado Nelson Pereira (PCdoB), disse. (Cláudia Eloi).
    Presidente defende atendimento
    O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Uchoa (PDT), negou que o serviço médico seja direcionado para as pessoas indicadas pelos parlamentares. “Quando há disponibilidade, a clínica atende as pessoas carentes, mas a prioridade são os servidores e os deputados. Para não deixar os médicos ociosos abrirmos espaço para atender a quem precisa também”, disse.
    Segundo Uchoa, a cota destinada a cada deputado não ultrapassa cinco pessoas por mês e não a trinta como afirmou o vice-presidente da Casa, deputado Izaías Régis (PTB). “O deputado Bringel, por exemplo, vai mandar algum paciente do Araripe para cá? Como um deputado do interior pode ter uma cota? Não tem sentido”, assegurou o parlamentar.
    Em sua avaliação, o custo do serviço médico e odontológico gasto pela Assembleia é irrisório em relação à qualidade do tratamento oferecido. De acordo com o pedetista, a Casa gasta mensalmente R$ 30 mil reais para manter a estrutura funcionando. “Alguns médicos são cedidos do estado e outros são cargos comissionados. Os demais funcionários são terceirizados e recebem um salário mínimo”, afirmou.
    Ao ser questionado sobre o fato de o deputado Alberto Feitosa oferecer o serviço médico pago pela Assembleia para sua empregada doméstica, Uchoa disse que não havia nenhum problema nisso. “Se é uma pessoa pobre e não tem condições de ter um plano de saúde qual é o mal nisso? Não tem nepotismo o fato de um deputado disponibilizar o tratamento de saúde para sua empregada. O serviço não está disponível?”, comentou.
    Por telefone, Alberto Feitosa negou que havia orientado sua empregada a fazer tratamento dentário na clínica da Assembleia. A moça, no entanto, descreveu em detalhes como teve acesso ao serviço. “Nunca fui lá, nem sei onde fica. Mas o que tiver de direito eu uso”, afirmou o parlamentar. Em seguida, Feitosa disse que o atendimento poderia ter sido disponibilizado por alguém do seu gabinete. O parlamentar prometeu se informar sobre o assunto e retornar, mas não ligou mais.

    “Querem apostar que em breve o ministério publico vai tomar providencias?”

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