Cultura da exclusão

Cultura da exclusão

Com este lema os Bacamarteiros do Cabo enfrentam á Dinastia de Cabral

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Á Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (Sobac) realizaram um protesto neste sábado no Cabo

Em procissão pelas principais ruas da cidade Cabo conduzindo uma cruz na qual crucificaram vários representantes do movimento

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Ivan Marinho coordenador do movimento disse, “Que a Cultura do Cabo esta falida e comida por descendente de Cabral, onde á dinastia cabralina, tenta a todo custo derrubar as culturas Cabenses, até mesmo o Busto de Pinzón que tanto, tem a ver com a verdadeira historia do cabo, jaz em um gabinete do secretario de Obra esperando o que eu não sei, mais sim esperando passar esta era de exclusão total da nossa cultura”

“À bem da verdade eu e meus companheiros Bacamarteiros, não temos tido apoio da atual Prefeitura, que por muitas vezes banca bandas de destaque nacional enquanto as culturas cabenses estão às moscas”

“Há quase 5 anos fora da programação junina de nossa cidade, por uma gestão cultural insensível e sem responsabilidade, esperamos que este ato possa sensibilizar toda a sociedade, dando á ela o direito de saber o verdadeiro descaso da nossa cultura”

O manifesto não se limitou à questão do bacamarte, e abrangeu também a questão do Conselho de Cultura que teve seus representantes da Sociedade Civil eleitos em dezembro, e até agora não foram nomeados. O busto de Vicente Pinzón, assinado pelo escultor Abelardo da Hora, desaparecido depois da reforma Cabralina (Cabra de Peia); e os mega-investimentos em cultura importada de outras regiões.

Comments
2 Responses to “Cultura da exclusão”
  1. Lidar com cultura é coisa séria, muito séria e mais ainda resgatar a historia de um povo, uma comunidade ou mesmo traçar o caminho percorrido por uma manifestação popular.
    Resgatar é trazer à luz as raízes de uma cultura de uma tradição, por isso em primeiro lugar o compromisso com a verdade a responsabilidade de informar apenas com base em fatos, provas cabais de como, por quem, onde e de que forma tal tradição se tornou um patrimônio de um determinado grupo social é essencial.
    Ao nomear como responsável por trazer, difundir, propagar um folguedo é necessário antes de tudo uma analise criteriosa e apartidária, só assim aparecerão as verdadeiras raízes e consequentemente por sua exposição a tradição se tornará cada vez mais forte e abrangente.
    Aos que fazem cultura é negado o partidarismo, o apadrinhamento.
    A falta de critérios honestos faltamente enfraquecerá uma tradição e a levará ao esquecimento.
    Cheguei para morar em Pontezinha há 23 anos, é meu lugar, meu lar, minha cidade.
    Sempre fui defensor da cultura popular, sem ela não existe identidade de um povo de uma comunidade, o coco de roda, dançado no palanque do coco atraia visitantes de outros lugares.
    A falta de incentivo, interesse e principalmente a falta de estudos criteriosos e isentos de interesses no traçado de sua historia por parte dos que lidam com cultura destruiu o que de mais autentico nele existia, a participação popular, a expressão natural, improvisada do dançar o coco.
    Não houve critério no traçar da historia do coco de roda em Pontezinha e quando a história relega seu precursor ao esquecimento esta fadada ao desaparecimento.
    Aos poucos, lenta e inexoravelmente o que foi orgulho da cultura popular em Pontezinha esta morrendo. A cada ano sorve uma taça de veneno quando aceita uma inverdade na sua própria historia.
    Não é de hoje ou de ontem que a cultura cabense vem se deteriorando, ainda existem guardiões que lutam uma luta desigual, são poucos, Ivan, Abidoral, Antonino e outros que realmente lutam por conservar as raizes da cultura popular, das raizes culturais do Cabo, não dão trégua, são soldados valorosos.
    As hostes defensoras da cultura popular tem que aumentar quantitativa e qualitativamente para que as raízes, a historia do Cabo e seu povo possa chegar viva e limpa as gerações futuras.
    Alberto Figueiredo – De Pontezinha
    (81) 88345783

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