Senador Expedito Júnior Um Trabalho Serio

Senador Expedito Júnior Um Trabalho Sério

Caros amigos do Portal Cabo este post e para servir de aplauso para este Senador não o conheço mas suas açoes estão de acordo com uma atitude Seria de um Senador, fiz uma breve pesquisa do mesmo e nada encontrei que o desabona-se ou macula-se sua pessoa.

Senador expedito-junior

Seus atos fala por si só:

Os alunos de todas as séries do ensino médio poderão ser obrigados a cursar uma nova disciplina – Ética Social e Política – caso projeto (PLS 103/09) do senador Expedito Júnior (PR-RO) que determina a inserção obrigatória da disciplina nos currículos do ensino médio seja aprovado.

O objetivo da proposta, explica o senador, é contribuir para o fortalecimento da formação moral e ética dos jovens brasileiros, sedimentando uma visão crítica e uma postura ética, tanto no dia a dia das relações sociais, como também no exercício da atividade política. A disciplina, em sua opinião, será ferramenta importante para que o estudante de nível médio analise as questões político-sociais brasileiras e mundiais, sem fundamentação em pensamentos ideológicos específicos, mas numa base ampla sob uma visão o mais imparcial possível. A matéria está sendo relatada pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC) na Comissão de Educação (CE).

Outras três disciplinas, Língua Brasileira de Sinais (Libras), Esperanto e Línguas Indígenas, poderão ser ofertadas facultativamente aos alunos do ensino fundamental ou médio. O autor das três proposições é o senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

Embora o senador tenha proposto a inclusão obrigatória da Libras (PLS 14/07) na educação infantil e no ensino fundamental, o substitutivo do senador Flávio Arns (PT-PR) aprovado na Comissão de Educação (CE) estabelece que a disciplina será incluída na parte diversificada do currículo, “prioritariamente” na educação infantil e nos dois primeiros anos do ensino fundamental, “conforme as possibilidades e demandas das escolas”. O projeto recebeu emendas de Plenário e teve que retornar a CE, onde aguarda a análise dessas emendas, relatadas por Marisa Serrano (PSDB-MS).

Cristovam é ainda autor da proposição que prevê a inclusão do Esperanto como disciplina do ensino médio (PLS 27/08). Pelo texto, o Esperanto será componente curricular facultativo da grade escolar do ensino médio, sendo sua oferta obrigatória caso a demanda assim o justifique. A matéria, relatada pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), está pronta para a pauta da Comissão de Educação (CE).

Outra proposta (PLS 9/08), também de Cristovam, institui o chamado Programa de Preservação de Idiomas Indígenas Brasileiros, determinando a recuperação, o registro dos referidos idiomas em vocabulários específicos e sua codificação em gramáticas. O projeto cita línguas do tronco tupi (como o guarani), do tronco macro-gê (como o bororo), e de línguas não ligadas a nenhum deles (como o yanomâmi). O projeto prevê a inclusão do ensino dessas línguas no ensino fundamental e médio, como disciplina curricular facultativa e a garantia na oferta de cursos para o ensino destas línguas, em escolas do ensino médio, sempre que houver o número necessário de alunos interessados. A relatoria está a cargo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Inserção de temas

Outras proposições também inserem temas a ser abordados nas matérias já constantes do currículo escolar das escolas públicas e particulares em funcionamento no território nacional. O PLC 50/09, do deputado Cabo Júlio (PST-MG), determina a obrigatoriedade do estudo da dependência química e das consequências neuropsíquicas e sociológicas do uso de drogas, como parte do programa das disciplinas constantes no núcleo curricular básico para os ensinos fundamental e médio.

Já o PLS 155/08, de Tasso Jereissati (PSDB-CE), torna obrigatório o desenvolvimento, por professores do ensino fundamental e médio, de conteúdo relativo aos aspectos históricos regionais e locais no ensino da História do Brasil. Como aspectos regionais, o relator da proposição na CE, Mão Santa (PMDB-PI) cita Zumbi dos Palmares e Sepé Tiaraju, heróis brasileiros muitas vezes desconhecidos dos alunos.

Tasso Jereissati argumenta no projeto que, apesar de a Lei de Diretrizes e Bases da Educação estabelecer que os currículos escolares tenham uma base nacional comum, a ser complementada por outra diversificada para atender a características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela, tal determinação não é cumprida, e por isso, “é necessário ser redundante e deixar explícita a orientação”.

O empreendedorismo também pode virar um componente extracurricular das escolas dos ensinos médio e profissionalizante caso o PLS 273/06, do então senador Marcos Guerra, seja aprovado na Câmara dos Deputados. Ele recebeu decisão terminativa na CE em 2007.

A intenção do parlamentar é preparar os alunos com base nos valores como “a busca de oportunidade e iniciativa, a disposição para inovar e enfrentar desafios e riscos calculados, a persistência, o comprometimento e a autoconfiança na busca dos seus objetivos”.

Mais uma do Senador

Expedito Júnior consegue levar projeto dos mototaxistas ao plenário do Senado

Por articulação do senador Expedito Júnior (PR/RO), o Projeto de Lei nº 203/2001, que regulamenta a profissão de mototaxista, foi aprovado hoje na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado pela unanimidade dos presentes. A mesma comissão também aprovou requerimento de pedido de urgência proposto pelo senador para que a matéria seja discutida no Plenário da Casa tão logo a pauta de votações seja liberada por medidas provisórias que aguardam apreciação.
No mês passado, esse projeto passou Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) do Senado graças ao parecer favorável do senador Expedito Júnior, designado relator da matéria. A relatora da proposta na CAS, senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN), apresentou parecer favorável à regulamentação e seguiu os mesmos parâmetros de Expedito Júnior.
Pelo relatório aprovado hoje, as profissões de mototaxistas e motoboys devem ser exercidas por pessoas acima de 21 anos de idade completos e habilitação em curso especializado, a ser regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Rosalba Ciarlini (DEM-RN) lembrou ser uma realidade brasileira a existência de mototáxis, para transporte de passageiros e de cargas, principalmente no Norte e no Nordeste do país. Segundo ela, são 2,8 milhões de pessoas engajadas nessas atividades, bem como em serviços de entrega de encomendas, os motoboys, esses espalhados em todas as cidades do país, inclusive nos grandes centros populacionais.
Para o senador Expedito Júnior, o Senado “não está inventando nada”, pois esses serviços já existem. “Caberá ao Contran fiscalizar as normas de segurança e, aos municípios, a regulamentação local do serviço, com exigências que atendam especificamente à sua realidade. Não regulamentar essa profissão é fazer vista grossa a uma atividade já existente e que gera tantos empregos no país”, explicou.
Expedito Júnior lembrou a dificuldade em ter essa matéria aprovada nas comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, onde tramita há mais de 10 anos em razão do forte lobby das empresas de ônibus, contrários à atividade. “O que seria a população do meu Estado, principalmente as pessoas de baixa renda, se não fossem os mototaxistas para fazer o transporte de passageiros? Em todos os 52 municípios de Rondônia a prática da atividade é recorrente”, destacou o senador.

Mais uma do Mesmo

Projeto de Expedito Júnior permite que as permissões dos taxis sejam transmitidas por herança

Depois de apoiar a categoria dos mototaxistas, o senador Expedito Júnior (RP/RO) apresentou um projeto de lei para beneficiar os motoristas de táxi. Trata-se do PLS nº 253/2009, que permite ao detentor da permissão para explorar o serviço de táxi transferir a sua titularidade a outra pessoa, seja gratuitamente ou por cobrança, ou ainda por herança em caso de óbito. Pela proposta, também é permitida a locação de permissão. “Trata-se de uma reivindicação antiga e justa dos taxistas, para que possam transmitir por herança a “placa” do taxi, que nada mais é do que a fonte de renda da família”, justificou o senador.

Nas grandes cidades, a exploração do serviço de táxi é condicionada à outorga, pelo poder público, de autorizações específicas. Desenvolveu-se, assim, a prática da comercialização e locação dessas autorizações. Mas esse tipo de recurso não tem legislação própria, o que deixa na clandestinidade milhares de profissionais que comercializam ou “alugam” essas permissões. “É inegável que o mercado de autorizações existe, movido por uma permanente e sempre grande demanda”, afirmou Expedito Júnior.

Para o senador, esse mercado, hoje precário, passará a ser dotado de maior confiabilidade jurídica, podendo, inclusive, ser objeto da tutela do Poder Judiciário. “Essa situação deve interessar não somente aos detentores de autorizações, mas, particularmente, aos usuários, já que uma situação jurídica mais segura para os prestadores de serviço se refletirá em maior segurança também para o consumidor. Mais do que isso, a proposta é justa socialmente porque não retira da família a fonte de rendimentos se ocorrer o óbito do taxista”, defendeu Expedito Júnior.

Um Pouco Da Vida do Mesmo:

Trajetória de Vida

A trajetória de vida do senador Expedito Júnior (PR) é igual a da maioria das pessoas do Estado de Rondônia. Filho de uma família humilde, trabalhou desde criança para ajudar os pais. Expedito nasceu no dia 10 de junho de 1963, em Guararapes, município do interior do Estado de São Paulo. Seus pais, Expedito Gonçalves Ferreira e Maria Rodrigues Ferreira, eram pequenos agricultores. Oitavo filho, de uma família de 11, desde os 8 anos trabalhava para ajudar a família. Expedito trabalhou como engraxate, sapateiro e entregador de jornal. Nessa época, além de ajudar os pais, também estudava. Terminou, em 1979, o curso de magistério no Colégio João Arruda Brasil. Expedito sempre apresentou espírito de liderança e fortes ideais de justiça social.

Em busca de concretizar seus objetivos, em 1981, Expedito Júnior, então com 18 anos, mudou de São Paulo para Rondônia. O lugar escolhido foi Rolim de Moura. Quando chegou ao município trabalhou como “chapa” (ajudante de carga de caminhões), o que o fez conhecer toda a região e ter contato direto com as vontades e necessidades da população. Esse período foi importante para Expedito, pois fez com que seu espírito de liderança ficasse ainda mais forte. Em seguida, impulsionado pelos elogios a nova terra e pela realidade conhecida e descrita pelo filho, a família Gonçalves Ferreira também migraria para Rondônia.

A vontade de ver o progresso chegar a toda a região, que por ser nova, necessitava de muitas melhorias sociais, motivou Expedito a mostrar que tinha idéias e proposta para mudar toda situação. Em 1982, tornou-se presidente da Associação dos Auxiliares de Cargas de Rolim de Moura, atuando em defesa da categoria. No ano seguinte, Realiza um grande sonho, o de ser professor. Expedito Júnior lecionou matemática, na Escola Estadual Pereira da Silva, em Rolim de Moura, até 1985.

A trajetória de luta pela justiça social e pelo desenvolvimento regional, habilitou Expedito a conquistar mais um passo para esse objetivo. Em 1984, com apoio maciço da população de Rolim de Moura, Expedito, com 21 anos, foi eleito vereador na primeira eleição do município. Até hoje, foi o vereador mais novo da história da cidade.

Seu trabalho como vereador foi destaque não só em Rolim de Moura, mas em toda a região da Zona da Mata. Seu nome e sua luta eram conhecidos e reconhecidos. A vontade da população impulsionou o político. Em 1986, ele foi eleito o deputado mais jovem do Brasil. Expedito gosta de frisar que, nessa época, sua campanha para a câmara federal foi feita “em cima de uma motocicleta”.

Expedito Júnior, além de ter a menor idade entre os congressistas na época, tornou-se o mais jovem político da história do país a participar da elaboração de uma Constituição. Nos primeiros dias em Brasília, em 1987, Expedito, então com 23 anos, foi destaque em todo o Brasil, quando repórteres do Jornal Nacional o filmaram chegando ao Congresso Nacional em uma motocicleta. Ao ser entrevistado, disse que era o representante de um Estado que, como ele, era jovem e com muita vontade de trabalhar e crescer.

Durante a campanha a deputado federal de 1986, Expedito começou a namorar Valdelise Martins e, em 1988, casou-se com ela. O casal tem dois filhos: Expedito Gonçalves Ferreira Neto, 18 anos, e Carol Gonçalves Ferreira, 11.

A oportunidade de constituir uma família em um Estado tão belo e valoroso é, segundo Expedito, o ponto máximo de sua vida. Para ele, que desde pequeno tinha a união e o amor de uma família como principal bem, passaria a também ter sua família e a pregar os mesmos sentimentos que o humilde agricultor Expedito Gonçalves Ferreira, seu pai, ensinou: Deus, família e trabalho.

Porém, no período da primeira legislatura federal, ocorreu um episódio triste para o Estado. Expedito Júnior foi obrigado a deixar o cargo de deputado devido à falhas no sistema de registro de candidaturas e brechas na lei. Na época, as eleições eram realizadas ainda com cédulas de papel. Em vez de digitar um número, o eleitor tinha que escrever o nome do candidato. Expedito Júnior tinha registrado seu nome para a eleição, mas na hora da contagem, a maioria dos votos, principalmente os da Zona da Mata, tinha escrito somente Júnior, como ele também sempre foi conhecido. Na época, os votos foram contabilizados para Expedito Júnior.

Só que havia, no Estado, um registro de candidatura com o nome “Júnior”. Por interesses de alguns, uma ação judicial foi protocolada e acabou por tirá-lo de Brasília. Os votos que haviam sido contados a favor de Expedito, mas como o nome “Júnior” foram todos anulados, o suficiente para impossibilitá-lo a continuar seu trabalho na Câmara.

Apesar de ter perdido o mandato, Expedito não esmoreceu. Sua vontade de ver o progresso do Estado continuou. O político atuou de 1987 a 1988 como Secretário do Trabalho e Promoção Social do Estado de Rondônia. Ele criou a 1ª Olimpíada do Menor Trabalhador em 1987. Durante esse período, consolidou-se na vida pública e ampliou seu trabalho.

Em 1994, candidatou-se novamente ao cargo de deputado federal e foi eleito mais uma vez. Foi eleito novamente. O mandato teve início em 1995 e foi marcado pela luta incansável para trazer recursos para Rondônia. Expedito era o membro da bancada do estado que mais conseguia investimentos e convênios para o Estado. A bancada de Rondônia é formada por três senadores e oito deputados federais.

O trabalho de Expedito Júnior no Congresso Nacional foi reconhecido pelo povo de Rondônia, que o reelegeram para novamente representar o Estado. O terceiro mandato, que teve início em 1999 e terminou em 2003, também foi marcado pelos mesmos objetivos. Outro ponto que sempre fez parte da conduta política de Expedito foi não se importar com cores e diferenças partidárias. Suas emendas e convênios sempre foram disponibilizados pelo critério da necessidade e não do apadrinhamento. A conduta ética de Expedito na política, vem da convicção pessoal de que só com seriedade e compromisso com o povo se consegue de fato atingir os objetivos almejados.

Agora, em 2007, Expedito é senador por Rondônia pelo Partido da República (PR). Seu objetivo é defender os interesses da população de seu Estado e ser parceiro dos 52 municípios. Seu trabalho será um reflexo dos mandatos como deputado federal. É parceiro do atual governador, Ivo Cassol.

Expedito Júnior entende que a união de forças entre representantes do Executivo e do Senado é produtivo para a população, que terá a oportunidade de receber mais benefícios sociais. Outro ponto destacado pelo candidato a senador é que a dobradinha Cassol e Expedito já mostrou que funciona e que sabe trabalhar. Quando deputado foi o maior parceiro do então prefeito de Rolim de Moura, Ivo Cassol, na transformação do município, que possibilitou a cidade ser considerada uma das melhores do Estado.

Agora faça sua parte deixe seu Comentario:

Comments
2 Responses to “Senador Expedito Júnior Um Trabalho Serio”
  1. Louvável todo projeto que melhore o ensino no Brasil mais Etica Social e Política nesse momento apenas contribuirá para que fatos distorcidos sejam levados aos nossos alunos.
    Se sem obrigariedade já estão circulando ensinamentos que não condizem com o caráter do povo brasileiro, imaginem o que o atual governo não empurrará para o fortalecimento de sua doutrina de exclusão, desrespeito às leis, à instituição familiar, a corrupção dos jovens e fortalecimento da politica de esmolas.
    Se já chega aos alunos alguns tipos de cartilhas de dicutível valor moral e cívico imagine quando for aprovada esta lei.
    Primeiro melhorar o ensino, depois adicionar mais assuntos curriculares.

  2. Genilson Caetano disse:

    Senhores Veradores do Município do Cabo de santo Agostinho,
    Fica disponibilizado – 1° ESPAÇO DE COMENTÁRIOS, DO JORNAL ELETRÔNICO TRIBUNA POPULAR, SEJA QUALFOR O ASSUNTO QUE ESTIVAR SENDO MOSTRADO ( A NÃO SER QUE O JORNAL CRIE UM ESPAÇO TEMPORÁRIO) – para o povo manter contato com Vossas Encelências, MESMO PARA OS QUE TEIMAM EM NÃO NOS OUVIR, a partir de hoje (26/06/2009),até que seja criado um site oficial para a Câmara de Vereadores, para opiniões, sugestões, críticas, denúncas e o o escambal.
    Genilson Caetano, cabense e arretado com este descaso.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: