Prefeito Lula Cabral Veta Projeto da Internet Gratuita

Prefeito Lula Cabral Veta Projeto da Internet Gratuita

Moura do Portal Cabo

Conversamos com o Vereador Ricardinho para saber  qual vai ser sua posição referente ao veto que o Prefeito proferiu contra o seu Projeto de internet gratuita

Veja á entrevista

Comments
4 Responses to “Prefeito Lula Cabral Veta Projeto da Internet Gratuita”
  1. CHICO DA CHARNECA. disse:

    Caros amigos visitantes deste portal, como o previsto já era esperado, eu em particular já tinha conversado com o vereador ricardinho, todos nos já sabíamos que este projeto não seria sancionado pelo poder executivo municipal representado pelo então prefeito deste município lula Cabral, que traz o modelo de sua gestão a inércia, que por sua vez segue se o regime ante democrático dando por vez, espaço a perseguição, quando por sua vez, esquece o direito dos menos favorecidos deste município, agindo como um ditador pretoriano, perseguidor incapaz de entender o direito alheio, e em fim achando no direito de dirigir tudo e a todos.

  2. Biro de Pirapama disse:

    JA DIZIA FREI BETO

    Pobre política
    Frei Betto

    Pobre política dos tapinhas nas costas, mãos ansiosas por punhais sob sorrisos amarelos desenhados nos potes de mágoas derramados no coração.

    Pobre política do “ouvi dizer”, das maledicências esgueirando-se por gabinetes, a corroer dignidades, esgarçar patrimônios morais e aspergir cizânia nos campos da decência.

    Pobre política da pose maquiada para a foto, abraço descosturado de afetos, olhar altivo, o papagaio de pirata empoleirado sobre o alpiste da fatura de votos.

    Pobre política das entrevistas repletas de palavras e vazias de sentido, dos discursos adjetivados de promessas vãs, das recepções encharcadas de venenos retóricos, das audiências purgatoriais, das homenagens alinhavadas, às costas, pelo próprio homenageado.

    Pobre política que soma votos subtraindo princípios, faz conchavos inconfessáveis e promove acertos guardados no cofre de sigilos inomináveis. E das coligações órfãs de projetos, do balcão empregatício, dos presentes perfumados de sedução.

    Pobre política da clonagem de salários e remunerações, vantagens e voragens, garimpeira de influências e alpinista luxenta de quem abomina a própria origem.

    Pobre política da voz elevada rebaixando secretárias e contínuos, da máscara da autoridade cuspindo fel, da pessoa refém da função, do apego desmesurado ao poder, da mendicância cotidiana de atenções e agrados.

    Pobre política das portas trancadas à turba que perturba, dos tapetes alérgicos à poeira das sandálias e botinas, das cerimônias que içam o ego e afogam o dever de bem governar.

    Pobre política a sacrificar, no altar da pátria, a vida em família, o lazer, as amizades. E que impede o prazer de nada fazer, só ser.

    Pobre política do corporativismo eleitoreiro, do repasse escuso de recursos, do partido de aluguel, do caixa dois e do silêncio dos inocentes.

    Pobre política da conquista iníqüa de bens sonegados aos pobres, das mesuras cínicas, das mulheres convidadas a emoldurar a sala, da atitude déspota de quem sequer cumprimenta ascensoristas, motoristas, porteiros e garçons.

    Pobre política destituída de conteúdos históricos, atolada na rasteira trivialidade de costuras inócuas, indiferente ao sacrifício e à luta de tantos que padeceram para imprimir à convivência entre humanos a marca gêmea da liberdade e da justiça.

    Pobre política da competição mesquinha, cega aos horizontes utópicos, enredada na burocracia farisaica que coa mosquitos e engole camelos, farsa pusilânime que, no proscênio, esconde a tragédia de tantas esperanças fraudadas.

    Pobre política dos discursos desajuizados, proferidos na veemência despida de ética, ecoando rancores. E das aleivosias moldadas pela conveniência, disfarçadas de firmeza enquanto os pés chafurdam no lodo das negociatas.

    Pobre política da veneração desmesurada ao poder, do desfibramento ideológico, da despolitização dos eleitores, da indigência de estratégias imunes ao calendário do próximo pleito.

    Pobre política da prepotência de quem ignora que cargos não alongam estaturas, nem a moral, e enche o peito de virtuais medalhas concedidas pela própria vaidade de quem se julga acima da média.

    Pobre política insensível à dor inaudível, ao tresloucado no trampolim do desespero, ao endividado, ao demente, e ao que, embaixo do viaduto, aguarda a intervenção divina.

    Pobre política? Podre política.

  3. Brother disse:

    Palhaçada!!! esta é a prova de que este cidadão que atende por nome de Lula Cabral não quer que o povo tenha acesso a informação, eu gostaria de dizer a este cidadão que acha que é o dono do Cabo que vamos levar esta informação a todos os cabenses pois o que ele fez na manhã desta quarta feira foi um atentado a liberdade da informação. Acredito que tudo isso tenha sido por questões políticas e por este motivo quem sai perdendo é a população.

    Senhor prefeito, o senhor precisa olhar a população hipossuficiente, não faça de nossa cidade uma cidade onde o povo terá vergonha de seus comandantes.

    Brother.

  4. Fiscal da Hora disse:

    Lamentável, apesar de nao contemplar toda população cabense, queria saber qual a desculpa do prefeito ?

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: