Mercadão do Cabo uma Calamidade Publica

Mercadão do Cabo uma Calamidade Publica

Bem a muito que recebemos informes de como anda as estrutura do Mercadão do Cabo de Santo Agostinho.

Estive la para conferir de perto este descaso, pois o que encontramos é um absurdo para uma Cidade que esta em um contexto tão representativo para o Estado de Pernambuco parece que o Atual Prefeito não esta nem ai para o nosso Mercado Municipal, pois só vemos promessas e mais nada.


Como diante de fatos não a questionamentos, verificamos não só a estrutura, mas também a manipulação dos alimentos e bem como o estado de conservação o que vocês podem ver nas fotos abaixo.


Seria uma realidade dura e crua de um novo tempo onde o Cabralismo impera com mãos de ferro deixando Pinzon atordoado em seu tumulo onde o descobridor já mais imaginaria tamanha barbárie contra um povo que tanto luta por melhorias simples e principalmente quando a competência é da atual prefeitura.


“Promessa de campanha onde o mesmo prometeu e ate agora não cumpriu”

Se não fosse uma criação de Elias Gomes seria fácil o mesmo ter dado um jeito, mas parece que o mesmo fica com picuinhas soberbas só por que foi uma criação do seu rival político, uma atitude soberba e mesquinha de um sistema já falido para muitos políticos, e este parece que, não esta bem sintonizado com as derrotas de muitos políticos, que ficou a mercê de quem é ou de quem foi o Parto.

Seria irracional aceitar qualquer desculpa para este descaso se fosse o começo de um novo governo, mas não o é preciso que analisemos o que significa, na prática da dinâmica social, ter certo tipo de compreensão, defender um particular interesse e assumir determinada postura. Significa, diríamos, participar, influir na escolha de caminhos, conformar opções. Significa criar condições para que as decisões que precisam sejam tomadas em relação aos fatos sociais pendem para algum lado. Assim, compreender o que é saúde pública deixa de ser uma questão “teórica” ou ”filosófica”. No fundo entender o que é saúde pública sob certa ótica, é encaminhar ou defender soluções para suas questões práticas, de acordo com a coerência dos interesses e posturas que correspondem a essa visão.


Para este governo cabralino a solução para a saúde pública deste município não existe, porque para ele, simplesmente, não há problemas de saúde pública ou de qualquer outra coisa. O que há é o seu particular problema. Enquanto o que lhe diz respeito não estiver sendo diretamente afetado, tudo vai bem. Façam o que quiserem do jeito que quiserem. Este formato de governo de promessas só nos dá conta com o passar dos anos e por conseqüente vemos seus reflexos diante de nossos olhos.

Talvez, os problemas do Mercadão do Cabo possam refletir a intensa desvalorização da figura humana, que este governo pretende implantar que passou de autor para expectador e principalmente, consumidor das atrocidades e produtos desenvolvidos para o bem estar de uma minoria. Aí se localizam os focos de batalhas entre a riqueza e a pobreza, a violência social e a crise existencial humana. Há um desequilíbrio externo fruto do desequilíbrio ideológico, político e social das classes dominantes. Existe hoje um caos que limita a saúde coletiva. São necessárias novas buscas e posturas para modificar o rumo dessa história e transformar as cidades em locais mais agradáveis de se viver e evoluir durante esse curto período de passagem pela Terra”.


Do ponto de vista de saúde pública, a população deve ter ao seu alcance alimentos de boa qualidade, dentro de padrões pré-estabelecidos, não só em valores nutritivos, como, também, quanto às condições higiênicas, que propiciem segurança para a saúde do consumidor o Mercadão hoje demonstra a realidade um governo do coronelismo antigo, voltado só para a alimentação e fomentação da pobreza, pois seus administradores de responsabilidade de direito nunca compram no Mercadão e sim preferem o ar condicionado de shopping ou grandes supermercados.


Voltando a estruturas propriamente dita e verificada e pela falta do poder presente, encontramos não só um grande emaranhado de Barracas mal elaboradas e com aplicações e adequações dos quais os comerciantes buscando se proteger da chuva e sol faz o que pode para vender seus produtos, deixando assim um grande emaranhado de cordas e lonas até parecendo quem vê de longe um campo de refugiados e não uma feira como deveria ser. Em meio destes totais descontrole fios desencapados põe em risco toda a estrutura do Mercadão como um barril de pólvora.


Esta aberração de Saúde Publica e notória a se ver, mas os barraqueiros por principio de comodidade vão deixando isso acontecer muitos são ameaçado de comercializa se abrir a boca ou se o mesmo fizer tudo pode acontecer como pequenos roubos a noite de seus pertences isso mostra que a ditadura e pura e crua, a quem quer ter o simples direito de vender seus produtos.

Muitos destes barraqueiros diante da falta de responsabilidade do Gestor já fizeram varias reforma em seus Box para se adequar conforme suas posses, mas será dinheiro jogado fora, pois quando tudo isso vier a ter uma solução quem ira ressarcir dos prejuízos, este é um dos questionamentos de alguns comerciantes.


No Mercadão, as condições higiênicas de comercialização dos produtos alimentícios são inadequadas, caracterizando-se um importante vetor no processo de proliferação de doenças transmitidas por alimentos (DTA’s). No Mercadão do Cabo se faz a comercialização de diversos alimentos in natura (carnes bovina, suína, de aves, pescados, hortifrutigranjeiros). Os grupos de produtos considerados de maior risco de contaminação durante a manipulação, exposição e transporte são: carnes e pescados. Esta minha constatação ao avaliar as condições higiênico-sanitárias do Mercadão, mostrou que qualidade dos alimentos comercializados, por grupo de alimentos, foi identificado possível risco a saúde pública do Cabo de Santo Agostinho.


Inúmeras irregularidades foram detectadas no Mercadão: más condições de higiene dos equipamentos; falta de higiene pessoal dos manipuladores; estrutura precária e falta de padronização das barracas; comercialização de produtos não autorizados; temperatura de conservação inadequada dos alimentos que necessitam de refrigeração como carnes, pescados resíduos de lixo dentro das barracas. Diante disto, há a necessidade de reestruturação da infra-estrutura do Mercadão do Cabo e capacitação e conscientização dos feirantes por meio da ação da vigilância sanitária.


E Diante destes descasos iremos enviar esta matéria ao Ministério Publico para que, o Ministério Público como guardião da sociedade, defensor do regime democrático, tem  o  dever  institucional  de  velar  pela  garantia  do  direito  à  saúde,  expressamente  previsto  no artigo 196 da carta magna – como sendo o conjunto integrado de ações, da iniciativa dos Poderes Públicos, voltados para  a  realização da nova ordem  social, cujos objetivos  são o bem estar e a justiça social.

O presente trabalho  emprega  ênfase  na  parte  final  do  artigo  196  da  Carta Magna, onde  se  lê  que  a  “saúde  é  direito  de  todos e  dever  do  Estado,  garantindo mediante políticas sociais  e  econômicas  que  visem  a  redução  do  risco  de  doença  e  de  outros  agravos,  o  acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”, é nesse sentido que  a atuação do Promotor de Justiça deve se pautar em sua comarca, trabalhar, direta e indiretamente, na promoção e proteção da saúde.

As ações e serviços de saúde devem ser executados pelo Estado e Municípios, visando a construção de nova ordem social, cujo objetivo é o bem estar de todos, essas ”tarefas” são dirigidas de forma impositiva,  ou  seja,  todos  os  poderes  e  a  sociedade  estão  vinculados,  não podendo, evidentemente, se furtar os membros do parquet.

A atuação dos membros do Ministério Público através da propositura de ações civis públicas  tem  contribuído  de  forma  decisiva  para  o  cumprimento  do  disposto  na  carta magna, devendo  contudo,  no  meu  modesto  modo  de  ver,  ser  complementada  com  procedimentos administrativos, as vezes aparentemente simples, mas que atendam as necessidades específicas de uma determinada comunidade.

Ass. Moura

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Comments
7 Responses to “Mercadão do Cabo uma Calamidade Publica”
  1. Alberto Figueiredo disse:

    Tá errado o de cima não publica

    O Correto.

    PTUZ!
    Tem mais alguma coisa a ser vista ou dita?

  2. Brother disse:

    Moura, eu não poderia mim abster diante de tamanha bagunça no mercadão, onde estão a direção do mercadão?? Comissão de Saúde da Câmara?? Vigilância Sanitária e Secretário de Sáude?? administrar não é sentar em uma cadeira e pedir para as pessoas fazerem os serviços, as vezes precisamos colocar a mão na massa.Agora pessoal lotado no mercadão, pelo amor de Deus!!

    * VOCÊ ABRIU , FECHE.
    * ACENDEU, APAGUE.
    * LIGOU, DESLIGUE.
    * DESARRUMOU, ARRUME.
    * SUJOU, LIMPE.
    * ESTÁ USANDO ALGO, TRATE-O COM CARINHO.
    * QUEBROU, CONSERTE.
    * NÃO SABE CONSERTAR, CHAME QUEM O FAÇA.
    * PARA USAR O QUE NÃO LHE PERTENCE, PEÇA LICENÇA.
    * PEDIU EMPRESTADO, DEVOLVA.
    * NÃO SABE COMO FUNCIONA, NÃO MEXA.
    * É DE GRAÇA, NÃO DESPERDICE.
    * NÃO LHE DIZ RESPEITO, NÃO SE INTROMETA.
    * NÃO SABE FAZER MELHOR, NÃO CRITIQUE.
    * NÃO VEIO AJUDAR, NÃO ATRAPALHE.

    * PROMETEU, CUMPRA!!!

    Brother.

  3. Biro de Pirapama disse:

    Isto é uma vergonha para o povo do Cabo onde a falta de respeito para com os necessitados são gritantes

    Diante destes fatos tenho que concordar com você Moura, só mesmo no tempo de Cabral acontecia isto

    Já vai para 8 anos de sua passagem pelo Cabo sem contar que foi mais 4 como Deputado e ainda quer ser federal este homem não deve ser deste planeta pois deve achar que o povo e burro

    Em todos os lugares do Cabo que eu ando só se fala na sua arrogância e prepotência vingativa a quem lhe é seu desafeto ele busca de todas as formas mais sórdidas possíveis de tentar calar ou comprar seus inimigos

    Veja mesmo a situação dos barraqueiros que são ameaçados de forma brutal onde seu silêncio é uma das formas mais sórdidas que se possa admitir diante de um País democrático e olha que eles não esta ali de Favores e sim pagando o misero local para poder trabalhar ai fica difícil o mesmo ter um pouco de principio de organização, como se não á uma organização de quem seria a principio o “Gestor”

    E vendo por este lado este Prefeito do Cabo quer mostrar que novo Tempo é esse?

    Tempo da volta as origem do Mal ele quer ser “DART VEDER”

  4. JANETE DANTAS disse:

    Janete Dantas
    Nutricionista pela Universidade de Brasília, Consultora técnica da Organização das Nações Unidas para a educação a ciência e a cultura.

    A higiene é fundamental, para prevenir a grande quantidade de doenças que possam ser transmitidas através dos alimentos e que constitui um dos principais problemas de saúde pública na maioria dos países. Todos, com exceção do sal e da água, os alimentos são perecíveis, ou seja, são suscetíveis a alteração e deterioração com maior ou menor rapidez e o que pode causar alguma doença. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a higiene dos alimentos compreende “todas as medidas necessárias para garantir a inocuidade sanitária dos alimentos, mantendo as qualidades que lhes são próprias e com especial atenção para o conteúdo nutricional”.

    “Sendo assim a atitude mais simples para erradicação da Pobreza.”

    Contudo, os alimentos vendidos na rua e a higiene alimentar, geralmente não andam juntos. Os alimentos vendidos na rua têm maior possibilidade sofrerem alterações biológicas, ou seja, quando diferentes organismos atuam sobre eles. Isto se deve ao fato de receber pouco controle bromatológico ou de agentes de controle por parte das autoridades sanitárias. Os vendedores geralmente não realizam práticas de higiene comuns como lavar as mãos ou não deixar o freezer ligado. Além de estarem em contato com a poluição urbana, longe da proteção de um estabelecimento coberto, costumam estarem mais expostos à contaminação por microorganismo, roedores e insetos.

    Isto é só para se ter uma idéia de tão grave é estas denuncias colocada aqui no Portal Cabo e quero agradecer Moura pela sua Coragem e Bravura diante de tais fatos, e como o Cabo necessita de pessoas como você

    E este Prefeito DART VEDER deve ser chamado às fala com a Promotoria do Cabo, não podemos aceitar tais disparate ele deveria ser preso e enjaulado e servir a ele este peixe com estas varejeiras para ver se ele toma vergonha na cara ops será que ele a tem?

    Parabéns ao amigo Moura por sua grande atuação neste Veiculo de Grande expressão para o Povo do Cabo

  5. luis carlos disse:

    os promotores do cabo sao conivente com a situaçao do mercadao, pois nao aceitam denuncias do prefeito.

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  2. […] da matéria formalizada aqui no Portal Cabo onde Afirmamos que o Mercadão do Cabo uma Calamidade Publica a Prefeitura ira tomar as devidas providencias e olha que por mais tardia que seja ela será […]



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