Fardamento escolar é comprado em São Paulo pela Prefeitura de Jaboatão

Fardamento escolar e comprado em São Paulo pela Prefeitura de Jaboatão

Até ai nada de mal em uma empresa Paulistas ganhar tal licitação, mas olhando o fato que o destino do dinheiro aplicado deve ser aplicado no próprio Município ou em Municípios vizinhos gerando assim emprego e renda para todos os Pernambucanos fica a duvida a quem tenta ter uma administração coesa com relação ao incentivo a empresas Pernambucanas

Será que Pernambuco não tem empresas qualificadas e aptas a ganhar tal concorrência, fica ai uma duvida a ser revista pelo atual Prefeito pois os incentivos e gastos tem por obrigação ser direcionados aos Pernambucanos

DIARIO OFICIAL DE JABOATÃO DOS GUARARAPES

TERMO DE HOMOLOGAÇÃO

HOMOLOGO nos termos do Relatório da Comissão de Licitação para Atendimento à Secretaria de Educação, o PROCESSO N.º026/2009,  PREGÃO  Nº  012/2009-Obj: Fornecimento de fardamento destinado aos estudantes da educação básica, professores e funcionários técnicos e administrativos da Rede Municipal de Ensino do Município. Empresa vencedora do Lote I: ACOLARI INDÚSTRIA E COMERCIO  DE  VESTUARIO  LTDA, inscrita  no  CNPJ  nº  05.332.892/0001-41,  com  sede à Rua Francisco de Toledo, 1975, Bloco 1 – Tietê-SP –   CEP 18.530000, no valor  total de R$ 4.679.197,06 (quatro milhões, seiscentos e setenta e nove mil, cento e noventa e sete reais e seis centavos). Jaboatão dos Guararapes, 19 de  janeiro de 2010. Maria Mirtes Cordeiro Rodrigues – Secretária de Educação.

Chico Amorim,afirma que empresas pernambucanas não tem

capacidade Técnica e nem qualidade para fornecer Fardamentos

escolares

Por Flávia Albuquerque, especial para o Blog de Jamildo
flaviarsa@gmail.com

Em Jaboatão dos Guararapes, os alunos de escolas públicas vão usar fardas produzidas por empresa de São Paulo. A Secretaria de Educação do município fechou com a Acolari Indústria e Comércio de Vestuário por R$ 6 milhões a menos do que o valor base oferecido na licitação.

Isto porque, segundo o gerente administrativo da Secretaria de Educação do município, Chico Amorim, as empresas pernambucanas que entraram na disputa não ofereciam materiais de boa qualidade como a empresa de São Paulo.

“Apenas uma empresa chegou ao final do processo, com mais quatro finalistas. A empresa de São Paulo foi a que melhor respondeu ao que nós queríamos”, declarou.

O preço indicado no edital de licitação foi de aproximadamente R$ 11 milhões, mas a empresa paulista ofereceu seus serviços por pouco mais de R$ 5 milhões. Amorim não soube informar se outros itens do kit, como sapatos, por exemplo, também serão confeccionados pela empresa.

Ainda de acordo com o gerente, a decisão da escolha da empresa também foi tomada usando princípios como menor preço. “Trinta e uma empresas participaram do processo licitatório. A de São Paulo foi escolhida porque apresentou uma proposta na qual economizaríamos quase 30% do valor que foi colocado como base, além de oferecer produtos de ótima qualidade”, afirma Amorim.

O superintendente do Sebrae, Nilo Simões, explica que existe uma Lei geral que beneficia micro e pequenas empresas locais nas compras governamentais. “Nós queremos conscientizar os municípios para que essas essas compras sejam feitas em empresas daqui. Estamos num processo para implementar essa Lei em Jaboatão”, afirma o superintendente.

Se a lei já estivesse valendo no município, a contratação da empresa paulista seria difícil de acontecer. A lei prevê que apenas em casos de grande necessidade, empresas de fora do Estado sejam contratadas. “A implementação dessa lei é de grande necessidade para a economia local”, reforça Simões.

O processo de licitação durou 60 dias e teve várias eliminatórias, todas acompanhadas pela Secretaria de Educação, mas, o vencedor da disputa foi escolhido pela Secretaria de Assuntos Jurídicos do município, informou o gerente administrativo da Secretaria de Educação.

Sindicato das Indústrias levanta suspeita sobre licitação em Jaboatão

Por: Flávia Albuquerque, especial para o Blog de Jamildo
flaviarsa@gmail.com

O diretor administrativo do Sindicato das Indústrias de Vestuário de Pernambuco, Fredi Maia se mostrou indignado com a alegação de que faltavam empresas qualificadas para fornecer o fardamento à rede pública de Jaboatão dos Guararapes.

“Isso é uma mentira deslavada”, declara consternado. Segundo ele a escolha da empresa paulista só ocorreu porque algo errado foi feito na hora da licitação. “A licitação é feita de uma maneira errada. Por isso que nossas empresas não entram no páreo”.

Segundo Maia, essas decisões acabam prejudicando as espresas locais que são impedidas de prestar seu serviço. “Nós temos inúmeras empresas qualificadas que poderiam ser escolhidas. Por que ir para tão longe por causa de um fardamento? Algo aí está errado”, afirma o diretor.


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