Desespero ou estratégia política

Desespero ou estratégia política

Por: Moura

Faço jus ao propósito e a descrição do Portal Cabo: não dá para exercer plenamente a cidadania sem a adoção de uma ideologia. O poeta Cazuza tem razão: Ideologia… eu quero uma pra viver!”

Os direitistas, estrategicamente, costumam proclamar a morte das ideologias, uma vez que um confronto verdadeiramente dialético não os favorece.

Em suma, a correlação de um dialogo franco dos seus atos, pode muito bem levar ao desespero ao mais simples mortal diante dos seus inimigos.

Em suas fala o atual Gestor deixou transparecer um desespero de quem ficou ausente do seu trono ao qual se gaba com maestria

Com um argumento simplista, parcial, fragmentado e superficial, visou nivelar gregos e troianos, ou seja, todos esqueceriam suas mágoas passadas, onde o mesmo em 94 chamava Lula de desocupado e logo mais a frente fez campanha para FHC e para mais tarde fazer campanha para Serra, e que agora terá a pretensão de comparar os dois governos como o mesmo disse ao qual o fará em julho, como a quem diga, estamos juntos e vamos dar as mãos em prol de um mundo melhor? É muito bonito e romântico, mas não é assim que as coisas funcionam. Á Falta de uma ideologia mostra a fragilidade em se adequar ao próprio umbigo.

Visando agressão comparativa de 16 anos do governo passado, e frisando o seu autoritarismo do novo tempo, buscou mostrar para uma população pobre que seu governo é capaz, mas capaz de que? Da manipulação de um seguimento fragilizado pelo seu próprio governo, que só depois do aporte daquele que em outrora o chamara de desempregado, bateu a sua porta em busca de humildes recursos para controlar e poder manipular a estes mesmo seguimentos que em busca de um sonho escutava o pacientemente seu discurso, mas o mesmo esqueceu que foi bater na mesma porta que cuspiu em outrora, esta sim deveria ser a sua comparação.

Quem faz, mostra não procura comparar seus passos a de ninguém, contudo assim o fazendo mostra a sua fragilidade e seu desespero. Quando não temos uma ideologia formada somos que nem Phthiraptera, pois o mesmo da em qualquer cabeça nos desapercebidos de uma higiene própria chamada moral.

Não fica bem a ninguém o comparativo ou dar adjetivo de querer implantar a desclassificação do seu oponente, contudo é no nosso oponente é que esta nossa falha, pois deveria o mesmo agradecer ao seu oponente, pois ele é o caminho para sua vitoria. As indagações ideológicas são completamente eivadas de realismo, verdade crua. Quem delas foge é porque ainda engatinha na leitura da sociabilidade e do verdadeiro humanismo. Quando se evita o debate ideológico, se evidencia o medo da realidade.

Se suas atitude for uma estratégia Política esta bem longe e seus marqueteiros são bem fraquinhos e subestima a memória do povo, e quem tem que convidar para fazer um debate político seria a oposição e não a situação, bom já como a oposição não se pronuncia adianta-se o próprio locutor do evento em dizer que o mesmo é um grande empresário e que seus amigos lhe perguntava o que você vai fazer em uma Prefeitura, larga disso, deixa isso pra lá afirmava o locutor, bom esta analogia demonstra a fragilidade de um argumento ideológico sem construção, pois só tem a desconstruir a imagem do mesmo, se eu já sou prospero e tenho tudo para que eu vou me meter em política, anão ser que os pensamentos são outros, que só a si lhe convém basta ver nesta sua burra escolha seu patrimônio virou subsídios para tais questionamentos.

Por isso que eu posso afirmar que o mesmo, esta desesperado não tem um pingo de ideologia que possa construir algo de bom para o povo do Cabo. Agora eu tenho uma ideologia a seguir, eu tenho até uma identidade própria, pois onde eu chego o mesmo me conhece até de longe.

Ass. Moura

Comments
4 Responses to “Desespero ou estratégia política”
  1. Carlos Eduardo disse:

    …Desespero! não tenha dúvida. E dos grandes. Meu amigo Moura a sua sacada foi genial e decisiva quanto a linha de raciocínio do Prefeito. Eu já dizia aqui em comentários que o Prefeito, não nesses termos, estava perdido no seu discurso esquecendo do real motivo da cerimônia, quebrando todos os protocolos. Mas pode crer a sua acessória tem se mostrado cada dia mais incompetente na linha discursiva onde esquece que antes de P ou B se escreve M. São regras tão faces e simples a ser seguida que se esquece e tenta a base do improviso. Mas já estamos carecas de saber que improviso só em último caso, quando não se tem alternativa. Porém quase sempre se torna um fiasco. É justamente onde me recordo do gestor, quando se trata de preparar ou afinar o discurso prefere sempre no improviso; lembro disso do tempo da Assembléia. Os seus discursos preparados sempre erram eliminados e nunca aproveitados, muito menos assimilados. Por isso sempre se expõem ao ridículo e as gafes é o seu brilho. Num discurso pobre e despretensioso comete o equívoco. Ao invés de falar de educação fala de oposição, e na hora dos agradecimentos e elogios faz comparação. Nunca se ver um discurso seguro em suas atuações, sempre fraco, pobre, desnorteado, idéias desconcatenadas e muito fragmentadas, sempre usando à estratégia na base da emoção deixando de ativo para passivo.

  2. Desculpem só agora ler tão eloquentes palavras fiquei fora do ar das 11:00 até agora 16:08, manutenção.
    Voltei!
    Caro e ilustre amigo Carlos Eduardo, espero que não me tenha tomado por desatencioso, não respondi antes vosso comentário na matéria sobre a entrega do colégio pela razão acima e que espero seja complacente.
    Agora sobre vosso comentário direcionado e personalizado (para mim) estou colocando minhas desculpas.
    Espero estar à altura do vosso questionamento.
    Um abraço.

  3. Se, desespero ou tentativa de se mostrar capacitado ao improviso não sei.
    Mais duas coisas por uma das partes são fatais.
    1ª) Nenhum político fala com seus botões ou apenas para seus pares.
    Isto carrega uma dose de cautela enorme visto que cada palavra é ouvida e analisada, pessoas de visão ponderarão e pesarão o que se está tentando passar, colocações mal feitas, desencontro de informações por menores que sejam tem um peso enorme, pendem por serem tomadas ora como um simples erro, ora como tentativa de ludibriar os ouvintes e fornecerão munição para os adversários. Erros custam caro!
    2ª) Desqualificar, ou adjetivar oponentes de forma depreciadora mesmo que se tente disfarçar a intenção é como dar tiro no próprio pé.
    Abre um leque de indagações, abre-se uma estrada de mão dupla; que estará ele (o orador) querendo abrir um canal para um diálogo amigável, excluir ou marginalizar?
    Todas três opções são absorvidas e julgadas e cada qual tem seu peso, este pode pender positivamente para o lado do orador ou afundá-lo.
    Pela outra se a intenção real do orador foi a desqualificação ou tentativa de expor o adjetivado ao ridículo, redundará igualmente em duas consequência, pena que nenhuma seja positiva para o orador.
    1ª) Deixará clara a intenção de ofender e desqualificar quando o oponente não tem o pleno direito da defesa, desculpa, seria a saída mais correta, esta com certeza também será tomada negativamente, será o reconhecimento de que se fala sem pensar.
    2ª) Esta me reservo o direito de me por no lugar do descriminado.
    a)Muitos me conhecem, de agora em diante muitos mais me conhecerão.
    b)Muitos passarão a ter conhecimento de que o que digo ou escrevo é lido, ou ouvido e é passivo de profundo respeito por parte de quem tenta me desqualificar.
    Resumindo: Eu sou baixinho, barrigudo, e tenho um bigode não muito bonito, uns me chamam de baixinho invocado, outros de bigode de sopa, outros ainda barrigudo nenhuma destas qualificações têm muito peso, porém ditas em alto e bom tom pela maior autoridade do município, pesa demasiado, me apresenta a todos como: Um baixinho, barrigudo e bigodudo que me incomoda.
    Eis o homem!
    É ele que desnuda meus erros, cobra meus serviços e me deixa assim, incapaz de medir palavras e até onde e como será digerido pelos ouvintes o que digo, eu o coloquei em xeque ou propiciei um xeque mate?
    Coisa para pensar muito.
    Quantos degraus na escada da popularidade e do reconhecimento eu subi ou desci,
    e quantos certamente subiu o baixinho graças à simples menção de um bigodinho?
    Agora ele é o bigodinho que incomoda, que milhares liam sem conhecer e que agora conhecem.
    “O famoso tiro no pé”

  4. ptdob do Cabo disse:

    Os Senhores ainda tem dúvidas que o nobre Prefeito fora da lei 51 Cabral, está completamente desesperado e sem discurso? é só os Senhores analisarem os seguintes aspectos: 1- Para que adianta falar na oposição, se estiver tudo dentro dos conformes de sua administração? 2 – Porque o nobre responde a 51 processos na justiça? 3 – Se é inocente, porque os seus bens foram bloqueados? 4 – Qual a milagrosa receita para enriquecer 2.000% em quatro anos? e etc. etc. etc. etc.

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