Vicente Pinzon dividido entre os Elias e os Cabrais

Vicente Pinzon dividido entre os Elias e os Cabrais

Em homenagem ao desembarque do navegador espanhol Vicente Yanes Pinzón, no litoral do Município, no ano de 1500 que se comemora na data 26 de janeiro em nosso Município Cabo de Santo Agostinho fui buscar relatos de sua passagem por nosso município onde encontrei um Pinzon atrás de uma radio matéria já postada aqui no portal e também encontrei também um Instituto Cultural Vicente Pinzon onde o mesmo é pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº 05.258.419/0001-61, com sede na Rua José Francisco Lisboa, nº 15, Vila Roca, Cabo de Santo Agostinho, PE, devidamente representado por seu Presidente, Sr. Antonio Gomes de Medeiros, bom ai fui no local para ver de perto esse tal Instituto e para saber qual era as suas finalidades neste local encontramos uma residência e não á nem uma placa que indica o tal instituto.

Vasculhando os devidos informes a respeito deste instituto encontramos algo um tanto curioso, veja isso:

No Site Agência Cabo Press – www.cabopress.net

Instituto Pinzón tem nova presidência

Data da Postagem 24/09/2004

Autor: Wilson Firmo

O ex-vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Antonio Medeiros, é o mais novo presidente do Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP). Ele foi aclamado, por unanimidade, durante assembléia geral da entidade, realizada nesta sexta-feira, 29 de julho, no auditório do Espaço Ideia, no Centro do Cabo.
Antes da votação, o ex-presidente do ICVP, jornalista José Ambrósio ” que passa a assumir a vice-presidência ” fez um balanço dos últimos anos de sua gestão.
“O episódio da chegada do navegador espanhol Vicente Pinzón no Cabo de Santo Agostinho, em 26 de janeiro de 1500, já é, praticamente, uma questão consolidada e assumida pela população do município. Uma prova disso é a apropriação de seu nome em diversos estabelecimentos comerciais, bem como o relato que atesta sua bravura nos livros de História”, avalia Ambrósio dos Santos.

Ambrósio recordou o sucesso das cinco edições do Festival Pinzón, sempre realizado no mês de janeiro na praia de Gaibu ” excepcionalmente, em 2005, a programação de shows artísticos foi sediado no Espaço Asa Branca.
A nova diretoria do ICVP traz na sua composição uma nova estrutura que visa descentralizar as atividades de cada integrante do conselho do Instituto.
Nomes como o do empresário Inaldo Campelo, o mais novo conselheiro, passa a assumir a secretaria Geral da OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). A vice-secretaria será assumida pelo então secretário-geral Carlos Sampaio de Alencar (veja relação completa do novo grupo).
Também integra a nova equipe o escritor Antonino Júnior (Planejamento e Projetos) e o tecnólogo em Gestão Pública, Jairo Lima (Eventos) e o administrador de empresas Deoclésio Barbosa (Finanças), entre outros.
O vereador Manoel Carlos (PPS), que estava presente, junto com a vereadora Ana Selma, irão fortalecer a Comissão Pinzón, na Câmara de Vereadores da cidade.
Para o novo presidente Antônio Medeiros “é muito honroso fazer parte do novo grupo formado”. “Além de serem pessoas de minha total amizade e admiração, vejo nesse time a possibilidade de ampliarmos e promovermos mais ainda justiça à História que nos assegura sermos o palco desse episódio marcado pela chegada do intrépido navegador espanhol”, disse Medeiro, em meio à revelação de várias propostas de trabalho a serem desenvolvidas.
Fabiano Diniz assegurou que a gestão cessante chegou a planejar diversas atividades. De concreto, há uma parceria com a Petroflex, que recentemente disponibilizou o espaço da igreja e casa paroquial do clube de campo da antiga Coperbo.
Ainda esta semana toda a equipe do ICVP se reúne para traçar o plano de ação para os próximos dois anos.

Composição da Época
Presidente – Antônio Medeiros
Vice-Presidente – José Ambrósio dos Santos
Secretário Geral – Inaldo Campelo
Vice-Secretário Geral – Carlos Sampaio de Alencar
Secretário de Articulação Institucional – Ronildo Albertin
Secretário de Eventos – Jairo Lima
Secretário de Planejamento e Projetos – Antonino Júnior
Secretário de Imprensa – Wilson Firmo
Secretário de Relações Públicas – Natanael Lima
Secretário de Finanças – Deoclécio Barbosa
Secretário de Cultura – Williams Santana
Secretário de Relações Internacionais – Fabiano Diniz

Veja a foto da Época

Hoje os diretores não são mais os mesmo Portanto colocamos abaixo a relação do que encontramos a nova diretoria

Presidente: Sr. Antonio Gomes de Medeiros;

Vice-Presidente: Jose Ambrosio dos Santos

1º Secretário-Executivo:Ronildo Barbosa Albertim

2º Secretário-Executivo: Natanael Jose de lima Junior

Secretário Finanças: Jairo Barbosa de Lima

Secretário de Imprensa: Wilson Ribeiro Firmo

Secretário Relações Institucionais: Deoclécio Bino Barbosa

Esta nova relação foi retirada dos autos onde o instituto Cultural Vicente Pinzon foi envolvido em uma ação Civil Publica referente ao um Show com Zéca Pagodinho do qual não ocorreu, promovido na Cidade de Paulista veja os autos abaixo:

Já no dia de ontem 5 de fevereiro fui convidado para a inauguração da Sala do Instituto Cultural Vicente Pinzon no Mercadão do Cabo bom veio bem a calhar pois necessitava terminar a matéria a Respeito de Pinzon e la poderia fazer minha indagações e saber como vai funcionar o Instituto.

Antes da minha conversa com o Presidente da entidade, conheci o acervo que estava a disposição de todos, um artefato muito importante que eu encontrei foi um pequeno baú com terras da cidade de origem de Pinzon “Palos de la Frontera” (Cidade Portuária ao sul da Espanha onde partiu Pinzon em 19 de novembro de 1499) avia também vários outros artigos que vale apena conferir pelo seu teor cultural.

Conversei com Antonio Medeiros o mesmo concedeu uma breve entrevista que segue abaixo.

Ouve um Pequeno discurso feito pelo Ex Deputado Betinho Gomes que compareceu para homenagear o evento

Minhas conclusões diante do que eu encontrei em relação ao nome de Pinzon este Grande Navegador, ambas as entidades seguem um rumo meio incerto de acordo com que se propõem, de um lado a fundação Pinzon comandada pelo Grupo de Cabral quebra todos os paradigmas em relação a cultura aqui no Cabo onde através de um interesse escuso eleitoreiro monta-se uma Radio para chamar de minha do outro os Elias não consegui ainda entender qual será a sua verdadeira proposta .

Diante desta matéria Recebi vários email e telefonemas dizendo que eu estava fazendo comparação entre os dois institutos.

A comparação foi feita entorno de Vicente Yanes Pinzón e digo fiz por que este nome merece respeito em tudo que ele representa ao Cabo de Santo Agostinho e não poderia deixar de falar que as duas entidades tem proposta diferentes da qual o Nome de Vicente Yanes Pinzón deveria ser Respeitado.

De um lado encontrei uma Fundação Vicente Pinzon que é comandada pelo Grupo de Cabral basta ver a Matéria Vicente Pinzon uma Entidade atrás do Radio

De outro Lado o Instituto Cultura Vicente Pinzon Comandada por um Grupo da Oposição o que não vislumbrei qual seria sua verdadeira proposta é bom Lembrar que A história do descobrimento do Brasil precisa ser recontada como ela realmente aconteceu e não como querem que ela tenha acontecido. Com todo o respeito a Pedro Álvares Cabral, não foi ele o primeiro europeu que pisou no Brasil: foram dois espanhóis, Vicente Pinzón e Diogo de Lepe. O primeiro na ponta do Mucuripe, em janeiro de 1500 e o segundo, um mês depois, no cabo de Santo Agostinho, perto do Recife. Referidas viagens estão provadas através de documentos guardados no Arquivo Geral das índias, em Sevilha, na Espanha, como observa o jornalista Rodolfo Espínola que estuda esse assunto cerca de 20 anos, tendo publicado, inclusive livro especifico sobre o tema – Vicente Pinzon e a Descoberta do Brasil. Seria um equivoco meu se não dar a matéria em questão o respeito e a ética que ela merece, pois o Nome de Pinzon merece todo o Respeito de minha pessoa imagine daqueles que subtraiu seu nome para colocar em entidades afins?

Se diante das minhas descobertas, elas são velhas matérias já contidas em vários site e jornais da nossa época, e cabe aqui lembrar que nem uma das entidades tem um Site ou um Endereço para comunicação e para a divulgação de suas propostas o que é um fato muito lamentável. Pois quando procuramos no Google o nome das mesmas só encontramos os indícios acima citados como de maior destaque

Veja que não sou eu que criei os fatos eles existem para todo ver e saber, pois vivemos em uma era digital onde as informações estão ao alcance de todos e deveria a Entidade Cultural Vicente Pinzon dar as devidas resposta a sociedade Cabence bem como: (quais seus projetos suas metas), pois é ainda a única que tem um caminho a seguir, Portanto o Portal Cabo fica a disposição de todos os informes que a mesma queira esclarecer.

Já a Fundação Vicente Pinzon, comandada pelo Grupo dos Cabrais está meus amigos só dará Resposta ao Ministério Publico.

Espero que o instituto possa levar o nome de Pinzon como uma forma divulgadora de um fato tão importante para a historia do Cabo e para todos os Cabences e fazendo isso fará com que o nome de Vicente perpetue para sempre.

Ass. Moura

Comments
14 Responses to “Vicente Pinzon dividido entre os Elias e os Cabrais”
  1. Moura!
    O descobridor!
    O Indiana Jones.
    Encontrou o caminho das pedras (preciosas)
    Que acharia disso o pobre Pinzon?
    Hoje, sob seu nome abrem-se dois caminhos que levam ao mesmo lugar.
    O Poder!

  2. viveane Araujo de Pontezinha Cabo disse:

    Eu já sabia disso nas rodas de amigos e agora ela vem átona para todos saber, graças ao Portal Cabo que tem prestado Grandes Serviços em nosso Município, com uma visão imparcial não deixou de buscar todos os fatos para aclarar nossas mentes e colocar os devidos responsáveis no seu devido lugar.

    Achei que a historia de Pinzon atrás da Radio Cabo FM estaria terminada, mas logo Moura nos surpreende com o outro lado da matéria e sua conclusão diante dos fatos não resta duvidas em Dizer que “Pinzon Dividido entre Elias e os Cabrais” isto meu caro Moura é a pura realidade de 16+5 anos de puro atraso para o nosso povo, entretanto não quero aqui só culpar estes senhores Feudais que ainda pretende se perpetuar no poder, mas sim o Povo que também tem sua parcela de culpa, todavia esta culpa não é só do povo, também é sim de uma Cultura impostas por coronéis e burgueses ao longo desses anos.

    Agora com esta dura realidade dos fatos colocada, seria bom não só a Oposição deveria olha para o próprio Umbigo, pois quando queremos mostras transparência temos que dar o Exemplo, Já a Situação os verdadeiros donos da Fundação Vicente Pinzon deveriam esclarecer qual é a importância e o que a fundação faz em prol do Povo do Cabo isto precisa ser Respondido pelo Atual Prefeito do Cabo, pois quando a oposição fala o Senhor Reclama, mas quando os fatos são inquestionáveis o Senhor entra em DESESPERO TA, TA DESESPERADO OOOOOOOOOO DÓ .

  3. Tiago disse:

    Achei muito irresponsável este artigo, pois o instituto cultural vicente pinzon reaberto ontem é uma entidade séria, que no passado já promoveu 8 festivais Pinzon em Gaibú com muito sucesso, várias regatas que vão de SUape ao porto do Recife (hoje realizado por outra entidade) além de oficinas culturais, artisticas, campeonatos de Surf, futebol de areia, Voley de praia entre outras modalidades. Infelizmente os Cabrais fizeram questão de enterrar esta entiadde que está ressurgindo devido ao empenho e suor de homens sérios, e não de politicos como você sugere.
    Você foi infeliz nesta matéria, mas mesmo assim parabéns pela curiosidade de pesquisar. Aproveite e pesquise sobre o estatuto do instituto, se você for na sede com certeza irão lhe ceder, assim que ela estiver em pleno funcionamento.

    • Moura disse:

      È meu Caro Tiago ela na sua visão pode ate ser irresponsável como você afirma, mas procure raciocinar melhor diante dois fatos e veja que em nem momento tento denegrir ou macular o nome da entidade, contudo são os fatos que se fala por si só e eu não construo fatos eles se constroem sozinhos
      Estes são os dois lados da Moeda são duas Entidades que levam o nome de Pinzon ao qual foi nossa pretensiosa homenagem ao mesmo, era de buscar os fatos e deparamos com estes fatos, mas valeu pela sua visita e agradeço seu comentário

  4. Evandro Silva disse:

    Meu Caro Moura tenho muito me perguntado todos os dias como uma única pessoa consegue trazer a tona tantas informação das falcatruas que existe aqui no Cabo você deve ser um detetive?

    Mas quero aqui agradecer pela bela acolhida no Tema, contudo daria outro nome como: Os Elias e os Cabrais zombam da Memória de Pinzon.

    Isto que este povo faz com a memória de Pinzon, é de uma tremenda afronta ao Povo do Cabo você já imaginou o que eu vou ter que explicar para meus alunos que faz o curso de Historia na Faculdade que leciono como poderei dar a eles subsídios concreto a respeito de Pinzon, sendo que a Fundação e o Instituto que levam seu nome não tem um principio moral ético e nem mesmo um projeto voltado a capacitação ou para divulgação do mesmo

    Quando eu for falar com os mesmo terei que dar explicações sobre os demandes políticos que existes por de trás de Pinzon uns de um lado na luta por mais uma concessão de uma radio Educativa que de educação os seus dirigentes não entende nada basta ouvir a Radio Local já do outro lado um bando de gente querendo brincar de Cultura e não adianta dizer para mim que é difícil fazer cultura, pois cultura não se faz ela nasce com as pessoas

    Temos que refletir melhor qual é o Papel destas duas Entidades

  5. Continue navegando nessas caravelas, de certo em seus porões além de dobrões deverás encontrar (algumas raposas velhas de rabos felpudos) coelhos e sem dúvidas ratos, moradores naturais dos porões.
    Mais te cuida!
    Ao demonstrares interesse por estas caravelas e seus porões poderás atiçar os mares e a procela em seu furor levar uma delas a pique.
    Rezemos para que desta vez a verdadeira caravela latina Nina, comandada por respeitável representante do Capitão Vicente Yáñez Pinzón aporte às praias Cabenses, fincando como marco do reconhecimento de conquista não apenas um busto, mais toda heróica aventura a história do Capitão Pinzon e do nosso descobrimento.
    ¡Los saludos hispanos!

  6. Carlos Eduardo disse:

    Caros leitores e comentaristas do Portal que tal refrescar-mos a memória. Esse embate que dá pela história, em tempos passados desconhecida, se não esquecida, tem desmerecido e desconsiderado os esforços do ex-prefeito do Cabo, Elias Gomes, porque foi no seu Governo a partir de 1999 que a história de Pinzón foi remontada, divulgada explorada. Leia:

    Em janeiro passado as cidades do Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e Palos de la Frontera, na Espanha, assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou. A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade. “Não é nossa pretensão mudar a História, mas não nos contentamos com essa, escrita muitas vezes a partir de interesses ou de conveniências diplomáticas”, afirmou o prefeito do Cabo, Elias Gomes, quando organizava a comemoração dos 500 anos da chegada de Pinzón ao Brasil, ao lado de autoridades e historiadores espanhóis.

    Veja as ações do Gestor no que desrespeita a história:

    A Secretaria de Educação do Cabo está reciclando os professores e introduzindo os novos dados históricos na grade escolar a partir deste ano, enquanto que, a médio prazo, a língua espanhola será introduzida como matéria usual. Mas é a criação de um centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.
    O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. A idéia é cria-lo em parceria.
    Além da ponte aérea para incrementar o turismo entre Brasil e Espanha, esse esforço projeta as esperanças do Cabo de Santo Agostinho de fazer da História sua principal matéria-prima. A intenção é erguer o centro no entorno do promontório avistado por Pinzón há 500 anos… E três meses.
    Fonte: http://www2.uol.com.br/diariodovale/arquivo/2000/abril/21/page/fr-brasil5002.htm

    Acho que aqui há atitudes parciais quando se dirigem principalmente à oposição, que não é detentora do poder, mas que tentar rebuscar as histórias da sua história. Porque devido a esse grupo que se deve tal memória das lembranças de Pinzón. Enquanto o outro lado a esquece, e se não desapoia, como relembra à entrevista do atual Prefeito à rádio Calheta. Leia:

    Na semana passada, o prefeito Lula Cabral, na primeira entrevista que concedeu à rádio comunitária Calheta FM, afirmou que a “prefeitura não tem mais vínculo nenhum com o Festival Pinzón, que isso é uma parceria do Governo do Estado com uma fundação Pinzón (sic), que vai fazer este evento daqui para frente”.

    Fonte: http://www.cabopress.net Autor: Wilson Firmo

    O que devo deixar claro é que, a oposição faz o seu trabalho tentado não permitir a pagá-la da história; pois é isso que tal governo tem feito desmerecendo assim a nossa história, principalmente aos que se doaram no resgate da memória.

  7. biro de Pirapama disse:

    Pensei moura que avia tido algum problema com a matéria em si, mas pelo visto você deve ter tido motivos de sobras para suprimi La por um breve período

    Mas alguns informes ficaram faltando que eu me atrevo a comentar:

    O navegador Pinzón, aproveitou a bagagem de conhecimentos adquirida na expedição ao lado de Cristovão Colombo – que culminaria na descoberta da América, em 1492 -, e estudou as rotas marítimas por sete anos até partir numa nova busca. Ele e seu irmão Martim Alonso chefiaram as naus Pinta e Nina. Nascido em uma tradicional família de navegadores, Pinzón deixou o porto de Palos de La Frontera, no sul da Espanha onde nasceu, com quatro caravelas autofinanciadas e a permissão da Coroa, em novembro de 1499. Ele passou pelas Canárias, chegou à região do Cabo Verde e enfrentou tormentas na Ilha de Santiago que o empurraram para o sul, fazendo-o cruzar a linha do Equador.

    A esquadra foi se deslocando nessa direção, perdeu de vista a estrela polar e experimentou os efeitos do mar agitado e do calor equatorial até se deixar conduzir à costa de Pernambuco.

    Nota-se que sua bravura é incontestável e, portanto uma pequena pergunta paira em minha mente se as entidades acima propõem em fazer jus à bravura deste Navegador através de um trabalho serio, o que seria então este tipo de trabalho educacional ao qual deveria estas entidades se propôs?

    Até agora só vi muito oba, oba, e nada mais, á Fundação Vicente Pinzon sabemos para que ela serve, não preciso nem dizer, mas o Instituto Cultural Vicente Pinzon este precisamos analisar melhor seus estatutos ou pedir para que os mesmo informe a Sociedade Cabence para que serve este instituto vejo que o amigo Carlos Eduardo afirma que na época de Elias assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou.

    A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a “incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade”.

    Veja que o mesmo afirma, que o Gestor da Época, Elias Gomes iria criar centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.

    O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. Ai cadê este tal Centro?

    Fora disso vejo que a entidade só tem fins para eventos musicais onde a mesma Promoveu 8 festival Vicente Pinzón na praias de Gaibu e um ultimo foi feito no asa branca no Cabo bom ai eu me pergunto o que tem a ver Pinzon com uma fomentação de bandas e cantores populares, não vejo a relação com Pinzon.

    Veja que não a uma relação seria na divulgação de nossos filhos e neto a respeito do descobrimento feito por Pinzon você vê isso sendo debatido nas nossas escolas? Você vê este tipo de cultura sendo aplicado por este Instituto de uma forma a incentivar e promover o intercâmbio entre este dois Países gerando assim, divisas culturais para o Povo do Cabo?

    Bem sei que os mais esclarecido vão dizer que por culpa do atual Gestor faltaram-lhe verbas para tais fins, ora quem quer fazer algo serio não cola a carroça na frente dos bois, em outras palavras, esta entidade deveria ser construída com pessoas que não tive-se nem um vinculo político com quem quer que seja, pois agindo assim não haveria o cerceamento por parte de seus próprios rivais Políticos, e não estariam a mercê de tantos comentários a respeito do seus atos e faça que nem o Portal Cabo que é um espaço democrático que pode falar de A B ou C .
    Biro de Pirapama

  8. Vado de Gaibu disse:

    Moura quero lhe esclarecer que no site http://www.cabopress.jex.com.br/cultura/instituto+pinzon+tem+nova+presidencia onde a referida matéria e a foto estão até hoje só espero que não retirem, mas consegui copiar os comentários da Época veja que já eram questionadores
    junior – 12.8.2005 13:56:40
    Concordo com você Jaime, esta parece ser uma diretoria do PPS e não do Instituto Vicente Pizon, e ainda vou mais longe, porque os senhores diretores do instituto vicente pizon não começão a investir mais em Joaquim Nabuco, que morou aqui no Cabo e foi um dos grandes revolucionarios da abolição, isto sim deveria ser divulgado mais e não o Pizom, e questiono novamente : em uma prova de vestibular se perguntarem quem descobril o brasil qual é a resposta certa? a versão de vocês ou a dos livros, ensinados em todo territorio nnacional excerto aqui no cabo que vocês persintem em ensinar e confundir os alunos.
    João Pedro – 4.8.2005 10:29:44
    Consciência humana não é maneira de se identificar. Não acredito em opiniões sem assinatura.
    Consciência HUmana – 3.8.2005 10:24:34
    Prezado
    Jornalista Wilson Firmo,

    O Povo brasileiro é um grupo de seres humanos, que foi formado por uma gama de Raças e crenças. Devemos também crer que o Instituto Vicente Pinzón, teve alguma participação no munícipio…. ou apenas nas comemorações de Janeiro… ou visitas a Palos…Espanha, quais foram os frutos colhidos? Não vejo nenhum!Onde funcionou ( Como sede), precisamos de seriedade nas ações, pensar no POVO do Cabo de Santo Agostinho, não é fazer festinhas …. é realmente educar, mostrando e dando exemplo de CiDADANIA, na verdade precisamos de uma IDENTIDADE e não de um COMPLEXO de COLONIZAÇÂO…

    Participarei de outros debates…. fique certo.
    “Consciencia HUmana” – 2.8.2005 13:39:10
    Prezado
    Jornalista Wilsom Firmo,
    Claramente estamos vendo um grande exemplo de um grupo Politico, querendo manipular as oportunidades no Municipio, como tambem tentando inserir no inconciente do POVO uma versão equivocada da HISTORIA … devemos pensar e agirmos como brasileiros e nordestinos com muito orgulho.Olharmos para um episódio como este dou graças a DEUS…. que um grupo como esse jamais assuma o PODER novamente.
    Voltarei a falar com VOCE!
    Lili – 2.8.2005 13:00:34
    E para o Jaime, pelo visto e ele vota no 14. Você não está pensando em Lula o prefeito do 14 está?
    José Antonio Pinho – 2.8.2005 11:58:50
    James é um desinformado. O instituto Pinzón é feito por pessoas que acreditam na versão do descobrimento pelos espanhois que tanto ajudou a divulgar o Cabo de Santo Agostinho. Como ele não lê jornais, quero lembrar que os grandes períodos, durante o governo de Elias, mostraram a versão que tornou o Cabo mais conhecido. É por isso que o município está do jeito que está: o povo revoltado, uma administração sem credibilidade e motivo de piada por onde a gente passa. Ainda bem que tudo acaba daqui há pouco mais de 3 anos. Ah, como o tempo passa rápido.
    James – 2.8.2005 09:25:21
    Essa comissão é uma verdadeira piada, só faltou Chico Amorim e Elias Gomes; essa presidencia é do instituto Pizon ou da presidencia do PPS do Cabo; mais é bom so assim esses PELEIGOS, tem o que fazer, é bom lembra que se essa comissão se canidata-se a presidencia de qualquer associação de moradores so teriam 10 VOTOS, LOGICO DOS 10 INTEGRANDES DA MESMA COMISSÃO.

  9. CRISTINA ALMEIDA disse:

    Senhor Moura sei que teve boa intenção em fazer tal matéria a respeito de Pinzon.
    Esta matéria mostra os dois lados da Moeda e com muita veemência ela aclara nosso senso critico para tal assunto nunca imaginem que um Prefeito através de seus prepostos poderia construir uma fundação para tais fins estou pasma com tal disparate por parte daquele que faz este novo Tempo de Mentira
    Agora também quero não acreditar que o instituto siga no mesmo caminho, pois acredito que eles tiveram a boa intenção mas esqueceram de um fator principal que era de não colocar pessoas que estive-se envolvidas com políticas em nosso município, portanto acredito que os homens podem mudar e espero que este Instituto Cultural Vicente Pinzon possa se consolidar com novas metas e novos caminhos deixando de lado a política pois ela será o grande naufrágio para esta entidade

  10. CRISTINA ALMEIDA disse:

    7° Festival Pinzón foi uma perseguição por parte de Lula Cabral

    Tenho que aqui esclarecer Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofridas obtivemos varias Vitorias

    Instituto Cultural Vicente Pinzón ganhou na Justiça o direito de comemorar, em grande estilo, os 506 anos da chegada do navegador Vicente Yáñez Pinzón. Pelo menos 10 mil pessoas, segundo os organizadores, pularam, gritaram e agitaram nas areias da praia de Gaibu ao som contagiante de Almir Rouche, Som da Terra e Geraldinho Lins.

    A Justiça decidiu pela diversão e pelo direito de se festejar, neste sábado (4), nas areias da praia de Gaibu., o 7° Festival Pinzón, evento que marca a celebração dos 506 anos da chegada do navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón ao litoral brasileiro, mas precisamente na baía de Suape, em 26 de janeiro de 1500.

    De acordo com Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP), o evento contou com um público de mais de 10 mil pessoas, que vibrou ao som dos variados ritmos de Almir Rouche, do requintado Som da Terra e do forrozeiro Geraldinho Lins, que lançou o seu primeiro dvd. O show também foi animado pelo inusitado Victor Camarote e Banda Arquibancada, o Maracatudo Camaleão e pela revelação cabense Orquestra de Frevo de Caboclo.

    “O evento desse ano ficará na história como o festival da vitória, do reconhecimento de se valorizar e resgatar um importante acontecimento histórico, que não tem dono, que não pertence a nenhum político, mas é do povo, e isso ninguém pode tirar”, desabafou o presidente do ICVP, professor Antonio Medeiros.

    Medeiros enfatizou que foi uma “dupla vitória” do instituto, uma vez que conquistaram, há duas semanas atrás, também na Justiça, o direito de manter as instalações da sede da entidade no Box 17 do Mercadão.

    O embargo
    Foi durante os intervalos entre as atrações, que a multidão tomou conhecimento do episódio que quase cancelava o festival. Os locutores anunciavam que o Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP) tinha recebido um ofício da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, se posicionando contrária à realização do evento no terminal do calçadão de Gaibu.

    O motivo, segundo o documento, assinado pelo secretário Raimundo de Souza, era de que o local escolhido não oferecia condições de abrigar um “evento de tal magnitude, por falta de espaço físico e estacionamento”. Ainda no ofício, o secretário chegou a oferecer outros locais para a realização do festival: Charneca, Praça Marcos Freire (Ponte dos Carvalhos), Largo da Estação (Centro do Cabo) ou o terminal da praia de Suape.

    Amigos de Pinzón
    O cantor Almir Rouche, já no final de sua empolgante apresentação, revelou que o valor do seu cachê e das outras atrações como Geraldinho Lins e Som da Terra, tinha custado o “mesmo valor” do “ingresso” da multidão, ou seja, sem custo algum.

    “Somos amigos de Pinzón e cada um de nós tem de valorizar e se apropriar desse episódio que faz parte da nossa história”, disse o cantor à Cabo Press, lamentando que tenha ocorrido iniciativa por parte de órgão público para “tentar barrar” a realização do evento.
    Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofrida obtivemos varias Vitorias

  11. Estudante mau Educado disse:

    Nem na minha Escola Municipal Vicente Yanez Pinzon, não á uma referencia temática sobre o atual em destaque nesta matéria seria muito bom se o instituto comparece-se na nossa escola e para dar uma aula a respeito deste grande navegador

  12. chusquito disse:

    Hola desde la Espanha … ¡¡¡

    Si voçes me permiten um consejo, el Instituto Vicente Pinzón, debería ponerse en contato con las autoridades de Cadiz para tener mas ayuda en el desenvolvimento de Cabo, al ser ésta cidade, el lugar dónde desembarcó Pinzón.

    Si eles conhoceran todo lo que éste instituto ta fazendo en nome de Vicente Pinzón, tendría uma considerable ayuda de parte de la Espanha…

    Disculpen meu portugués…

  13. Bem!
    Colocando pontos nos “is”, creio que a solução do problema tem que passar por olhos mais experimentados, sabem por quê?
    Se houve um tratado de cooperação, estará (não digo que esteja) qualquer um dos grupos amigos e defensores de Pinzon, recebendo alguma subvenção do governo espanhol?
    Ou quem sabe do ministério da cultura?
    Ou ainda subvenção da prefeitura?
    Minha gente! Acho que já é hora do MP entrar nessa história e verificar cada dobra do livro desta história.
    Quando vejo muita gente tão “agarrada” dedicada a cultura, ou a memória de um personagem da história não sei por que mais me dá calafrios.
    Um ergueria um centro de estudos, mais se dedicou a shows musicais, outro disponibilizaria cursos, saúde, etc para a parcela mais carente, hoje faz reclame usando para isto uma rádio “EDUCATIVA”.
    Pelo que esta se passando creio que se fosse possível Pinzon, daria marcha à ré.
    Ou quem sabe fundam-se as instituições e em seu lugar surja a Fundação Cabo/Palos de Estudos Históricos, tendo como patrimônio inicial com tudo que foi feito, construído ou conseguido à custa do feito de Pinzon e da memória do seu nome.

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