O Drama da Escolha da Profissão

O Drama da Escolha da Profissão

Por Carlos Eduardo

Torna-se cada vez mais difícil para o jovem escolher uma profissão, pois essa larga  e vasta abertura do mercado de trabalho de boas oportunidades, ótimos salários e diversos benefícios contribuem na indecisão do que escolher. A competitividade, exigência de conhecimento  e experiência cobrados pelas empresas tem provocado um momento de bastante tensão na hora de decidir qual caminho seguir, além do mais, na maioria das vezes, há uma fortíssima pressão por parte dos pais ou responsáveis na escolha da profissão dos filhos.

Embora haja uma maior perspectiva de oportunidades no mercado de  trabalho por haver um desenvolvimento significativo no país, tanto na área industrial, como também comercial existi uma preocupação muito grande por parte dos jovens na profissão a ser seguida; hoje em dia se tem uma maior compreensão por esse tipo de jovem, que sai do 2° grau, que a escolha errada não só gera perca de tempo, mas sobre tudo, de muitas oportunidades.  Segundo Amanda Vieira da Silva, 22, que acabou de concluir o ensino médio da rede pública, fala do sonho da independência financeira, na compra da casa própria, do carro e garantir uma boa renda mensal; ela, já compreende que isso depende muito da sua escolha profissional certa, que lhe  pode trazer tanto realizações, como também frustrações.

Além disto, o maior medo tem sido enfrentar a competitividade e exigência por parte do mercado de trabalho; na busca de bons empregos e ótimos salários se sabe que o preparo e a determinação são fundamentais, portanto o maior inimigo dos jovens é essa insegurança e inexperiência peculiar que muitas vezes esbarra das limitações de informação de mercado e conhecimento dos campos de atuação; foi essa a síntese que refletimos da entrevistada de  Amanda Vieira, 22, quando perguntada sobre qual  profissão escolher.  Segundo pesquisa nos mostra essa problemática: “que no Brasil, apenas 7,5% da população têm curso superior.” Isso mostra a falta de maturidade para escolher uma profissão. É uma decisão tomada num momento em que os jovens ainda estão cheios de dúvidas, incertezas e, normalmente, não estão preparados para fazê-la.

Outro fator preocupante tem sido a interferência constante por pais ou responsáveis na escolha da profissão dos filhos, principalmente, quando os obriga a seguir tal profissão que não é de acordo com sua  vontade, sempre visando a mais vantajosa e que lhe der maior status. É exatamente aí que nasce às divergências de pensamentos, porém quando não se chega a um consenso, além de prejudicar a relação, implica mais ainda na indecisão do jovem, que talvez inibido por argumentos pessoais de pais ou responsáveis, com visões empiricas, nasce uma dúvida constatem do que fazer: obedecer em respeito à hierarquia ou seguir o seu instinto e desejo de profissão. Um exemplo disso é relatado por  Amanda Vieira, 22, diz que sua mãe quer que seja professora, mas seu desejo está centrado em outra profissão, mas que sua mãe não concorda; porém é daí que nasce o medo e a insegurança do que optar, pois há uma pressão psicológica muito forte por parte da mãe, como também sua do que escolher. E agora o que fazer?

Diante desses fatos, a escolha de uma profissão deve ser baseada nos interesses mais profundos e, principalmente,  na analise do campo de trabalho a qual se pretende entrar. Isso pode ser feito através de pesquisa com profissionais da área que ajudam a conhecer o contexto da profissão lhe condicionando   uma reflexão. No caso de dúvidas, a orientação profissional, realizada por alguém capacitado, ajuda muito nessa decisão. Ele identifica quais são as dificuldades que impedem a pessoa de realizar uma escolha profissional, possibilitando opções e escolha mais clara de acordo com o crescimento interno e com os ideais da pessoa. O psicólogo não escolhe a profissão de ninguém; ele auxilia e orienta o indivíduo, esclarece dúvidas em relação às profissões e mercado de trabalho, além disso, ajuda o jovem a lidar com a influência familiar, com sua angústia, ansiedade e inseguranças. O importante é escolher fazer o que se gosta, o que dá prazer, o resultado é o êxito profissional. E, em um mundo tão competitivo, só sobrevivem aqueles que são apaixonados pelo que fazem. Não adianta ser bom, tem que ser o melhor. Para isso três coisas são importantes: ter autoconhecimento, informações sobre as profissões e principalmente, sobre o mercado de trabalho.

Por Carlos Eduardo – Aluno de Jornalismo da FJN

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