Prefeito xinga integrantes do programa de TV 'CQC'

Prefeito xinga integrantes do programa de

TV ‘CQC’

Para quem não viu, é imperdível o vídeo do prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PMDB), completamente transtornado diante do repórter Danilo Gentilli, do “CQC”, da Band. Repórteres do programa colocaram um aparelho de GPS numa TV LCD e doaram à Secrearia municipal de Educação – cujo secretário, aliás, é irmão do prefeito -, mas o aparelho foi parar na casa de uma funcionária.

O prefeito Furlan conseguiu, na Justiça, censurar o programa, que ia ao ar na semana passada. Mas diante da repercussão negativa do caso, retirou a ação. O repórter, então, tentou ouvir explicações do prefeito, que até tentou se controlar no início, mas diante do deboche de Danilo Gentilli perdeu as estribeiras e só faltou xingar a mãe dos integrantes do programa, como mostra o vídeo abaixo.

A tentativa de censura de Furlan e sua desastrada atuação acabaram ajudando a repercutir (ainda mais) negativamente toda a história. No Google, a busca pelo termo “prefeito de Barueri” exibe notícias sobre o achincalhe antes mesmo da página da prefeitura, seguida de outras informações sobre a tentativa de censura do programa. Na Wikipédia, a enciclopédia livre, o caso também já ganhou destaque em sua biografia (confira).

Em entrevista veiculada pelo próprio CQC, Furlan xingou a equipe do programa. “Não foi censura. Minha secretaria jurídica que viu essa estupidez de vocês, vocês são uns babacas, sem nenhum talento, uns tontos, malandros, que se veem no direito de ridicularizar o congresso. Quem são vocês? Quem são vocês?”, afirmou, sobre o quadro “Proteste Já”, proibido judicialmente de ir ao ar na semana passada.

O quadro em questão mostrou que um aparelho de televisão doado a uma escola municipal de Barueri foi parar na casa de uma funcionária. A exibição estava programada para a semana passada, mas foi impedida por uma ação judicial movida pela Prefeitura de Barueri. Após repercussão negativa, a ação foi retirada.

“Foi o nosso maior investimento até hoje na produção de um Proteste Já, um quadro que conta com quatro jornalistas na sua equipe exclusiva. A censura e a posição autoritária do prefeito da cidade de Barueri acabaram dando maior visibilidade, gravidade e consistência à denúncia”, afirmou Tas.

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