Tudo nesse país agora esbarra na questão ambiental.

Tudo nesse país agora esbarra na questão ambiental.

Tudo nesse país agora esbarra na questão ambiental que, sem dúvida é séria, mas não por isso o desenvolvimento simplesmente não pode ser tolhido! O progresso é involuntário, assim como o batimento cardíaco! Do contrário, então voltemos ao tempo das cavernas, começando pela extinção do legislativo e dos deputados, os quais também são um câncer ambiental!

Quando li este comentário de um internauta no blog do Jamildo olhei para varias fotos que chegam ao Portal Cabo e uma delas veio a calhar na criação deste post.

Poderia ser uma questão de olhar mais fundo para a problemática da questão Ambiental de nosso município e olha que o Cabo tem quase 50% de sua área destinada a área de proteção ambiental veja que isso é fonte oficial que até então eu mesmo não sabia

Se este dados são quase despercebidos por muitos que deveriam saber na ponta da língua imagine este pobre pedinte

Bom seria irracional de minha parte não botar minhas conclusões a respeito da foto acima, não que ela não demonstre a preocupação ecológica, mas também ela trás o lado político de estar do outro lado do jogo, ainda isso não contribui para o avanço no dialogo da questão ambiental de nosso Município

Então temos que analisar o que seria melhor para as questões ambientais

Qual é o Ambiente ecologicamente correto que queremos?

Por que o consumismo e o desperdício devem ser tão cultuados e incentivados na nossa cidade?

Por que o transporte coletivo da cidade deve ser tratado como uma ação entre amigos mafiosos, que impõem seus interesses em detrimento das necessidades da maioria da população?

Por que a geografia e os pólos econômicos e produtivos da cidade podem ser redesenhados à vontade pela especulação imobiliária?

Por que mansões e condomínios construídos nas encostas dos morros “preservam a natureza”, enquanto as comunidades são uma ameaça ambiental?

Por que serviços regulares de fornecimento de água e saneamento básico tornam-se mais raros, à medida que vão se distanciando das áreas nobres e a cor da pele da população vai enegrecendo?

Por que ao invés de estarmos olhando para uma arvore sendo retirada em defesa da vida, não buscamos orientar nossos jovens na preservação da mesma?

Por que ao invés de querer estar no entrave das questões ecológicas não buscar solução para educação ambiental?

O que queremos?

As questões ambientais é uma questão grandiosa do qual podemos ver o tamanho que somos diante da natureza (somos apenas pequenos).

E diante disso temos que começar por baixo teremos que mostra o que queremos de via de fato nas questões ambientais, não cabe mais ficar olhando a retirada de uma arvore e dizer que aquilo e errado, cabe sim pedir aos órgãos competente ou saber qual a melhor arvore a ser plantada em nosso município, e veja que as arvores em si tem suas particularidades especificas para cada tipo de área a ser destinada.

Cabe agora sim tentar orientar as pessoas no trato do recolhimento do lixo domestico dando ao mesmo a opção da reciclagem

Cabe agora fazer funcionar ou fomentar as cooperativas de reciclagem de nosso município

Cabe agora começar a exigir a preservação de nossas áreas de preservação, coordenando orientações para as comunidades invasoras fomentando o direito a moradia etc.

Cabe agora começar a exigir do Governo do Estado o saneamento básico para nosso município como um todo.

Cabe agora a fomentação do dialogo com o Porto de Suape para saber se os navios atracados em nosso porto estão sendo supervisionado, nas questões de micros organismos que são despejados em nossa área marítima, fazendo com que tragam bactéria que não estão adaptadas para nossas águas, fazendo com que isso propaga pragas contra nossos corais e a fauna marítima local.

Cabe agora saber que o Cabo de Santo Agostinho e Recife estão sendo ameaçados pelo projeto de um empreendimento do Consorcio Recife Energia.Se o projeto viesse a ser concretizado, a APA Rousinete Taveira Falcão (Mata Atlântica), em Recife, seria agredida pela instalação de uma CTDR e o Cabo de Santo Agostinho seria um centro de poluição irradiada a partir de uma cogeração de energia. TRATAMENTO DE GASES E Material PARTICULADO – A principal fonte poluente do empreendimento é a Unidade de Cogeração. Poderão ser liberados, no processo de combustão do CDR, componentes tóxicos como gases ácidos, dioxinas e furanos, metais e materiais particulados neutros.

Veja como as questões ambientais são amplas e de muita responsabilidade para todos e esta responsabilidade temos que ter, até na retirada de uma simples arvore, onde merece toda uma discutição com responsabilidade que o meio ambiente merece.

Ass. Moura

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