Quanto custa atender a população

Quanto custa atender a população

Bom isso eu não sei, mas sei o preço que uma população paga para ter certos serviços aqui no Cabo de Santo Agostinho.

Hoje vou contar a história de uma simples Caixa coletora, que os moradores da avenida Conde da Boa Vista em pontezinha em frente ao numero 113 até parece numero de azar, para a infelicidade de quem tem enfrente da sua casa uma cratera aberta a mais de 2 meses, já os vilões desta atrocidade ao qual a população é refém são: A Compesa e a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho


Se o tal Buraco fosse de frente da casa de algum vereador já teria sido resolvido

Se o tal Buraco fosse de frente de alguns secretários idem

Mas como se trata da população ai é outra historia é bem cruel. É apenas uma caixa coletora, quantos meses vão levar para fazer isto?
Ou vão esperar alguém cair dentro, quebrar uma perna ou quem sabe coisa pior para que um pedreiro, um ajudante, um técnico, um supervisor, um gerente quem sabe um secretário e alguns candidatos (quantidade normal de pessoas para execução deste tipo de serviço), foi assim para colocar duas manilhas na Rua Pajuçara, veio até engenheiro assim depois de um laudo técnico, fazer a licitação e oito meses depois se a empresa ganhadora largar o % necessário se faça esta bendita caixa.

A falta de responsabilidade com o munícipe é gritante do ponto de vista que quem precisa de um simples serviços, às vezes me pergunto o porquê não é atendida a população nas suas questões mais simples, imagine então nas questões relevante como Saúde, educação e Segurança.

O que leva um secretario de uma regional, ficar só sabendo o que acontece em sua área, depois que a mesma é divulgada na mídia local, isto mostra a ineficiência de tal preposto, o mesmo só esta ali para colher seus vencimento e mais nada, não á um compromisso fiel com a área de sua atuação, isto demonstra a falta de comprometimento até mesmo com o Gestor Publico, que muitas vezes poderá colher os frutos da revolta de certas comunidades.

Dos Preços: A serem pagos pelo munícipes.

1–    Outro fato que podemos analisar é se a tal comunidade for buscar apoio com algum vereador da Oposição ai meus caros amigos estará sepultada e enterrada por assim dizer as suas reivindicações, ai amargara o preço da perseguição política. Veja que este ultimo é o preço mais auto que o munícipe pode pagar.

2–    Outro Preço meio amargo também é buscar apoio para execução de tais serviços, com um vereador da base aliada, alem da canseira normal que o munícipe pode levar no gabinete do mesmo, ainda fica atrelado a favor eleitoreiro que muito em breve será cobrado na forma legal de ser.

3–    Já outro preço que sai menos amenos, mas gera também perseguição a quem o faz seria entra com uma ação junto ao ministério Publico para que os mesmo pudessem ter seus direito adquiridos

4–    Já a um outro, o (0800) sem se expor sem ter contato com estes senhores da casa grande é enviar sua reivindicações para o PORTAL CABO que de modéstia parte, tem contribuindo muito para alertar os caminhos deste cegos que não sabem enxergar o que ocorre em suas regionais.

Agora vocês já têm o preço que um munícipe paga para exigir seus direitos.

Ass. Moura

Comments
2 Responses to “Quanto custa atender a população”
  1. Heraldo Ferraz Cavalcanti disse:

    COMPESA, POÇO DE PROBLEMAS!!!

    Estamos vivenciando uma futura batalha jurídica contra o desmando desta empresa Compesa, que é campeão de denúncia do estado de Pernambuco. E aqui no Cabo de Santo Agostinho, especificamente no município de Pontezinha, não é diferente.
    Ela vem tomando medidas contra ao povo, de forma aleatória. Aproveitando de uma ação processual de Utilidade Pública expedida pelo governador desapropriando uma área de 2.752,54m² com extensão de 275,26m e largura de 10,00m., para passagem do tubo d’água, alimentando os futuros afortunados moradores do Paiva. O que chama atenção é o fato da área aonde mora Sra. Adélia Henrique dos Santos, ser do loteamento Ôio Cadete, pertencente à família da Sra. Maria Auxiliadora Nery, a qual cobrava mensalmente o foro devido.
    Esta cobrança deixou de ser feita no mês de janeiro de 1995, isto por que, disse dona Adélia, deixaram de vi receber, monstrando uma cadernetinha de cobrança mensal.
    Outro fato é o pagamento sem direito a acordo, moro há 84 anos disseram dona Adélia e estão me mandando embora pela bagatela de R$ 6. 091,00 (seis mil e noventa e um reais), referente à “casa” e as benfeitorias culturas agrícolas.
    Essa já denunciada e continua do mesmo jeito, é casa 1203 da Avenida Conde da boa Vista, cuja foto acima mostra o descaso de uma empresa campeão em denúncia, que, para tirar um vazamento, cavarão um buraco em frente desta residência e já estar fazendo quase três meses que não comparece ninguém (Prefeitura ou, Compesa) para concluir o serviço segundo a moradora dona Marliete.
    É claro que o Conselho Social dos Moradores, enviou oficio e vários telefonemas, inclusive para prefeitura e até agora sem nenhuma resposta. A próxima etapa é convidar meus amiguinhos de Pontezinha, Moura com seu Portal Cabo e a rede globo trazendo os demais jornalistas para fazer-mos a festa do menos famoso buraquinho, com direito a fogos e banda de música.

  2. Heraldo!
    Este problema das desapropriações tem que ser acompanhado de perto, o governo quando quer uma coisa usa de todos os meios para conseguir.
    Quanto a COMPESA nem se fala, só funciona na propagando do governo mais na verdade é uma zona.

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