VILA ESPERANÇA NO CABO UMA REALIDADE DURA DE SE VER

VILA ESPERANÇA NO CABO UMA

REALIDADE DURA DE SE VER

Moradores da Vila Esperança no Cabo de Santo Agostinho bota a Boca no Trombone

O nome da vila é sugestivo “Esperança”, mas agora os moradores desta vila querem trocar de nome da vila para “Vila dos Esquecidos”


Fazem 9 anos de sofrimento e Promessa como dizem os moradores

As margem da BR 101, bem escondida aos olhos de quem passa em alta velocidade, não imagina a realidade dura e crua que estes Moradores vivem em suas paupérrimas casas, onde vivem este dilema a mais de 9 anos

No contraditório de incentivos que Pernambuco e por não dizer o Cabo recebem, não podemos deixar de atinar na habitabilidade onde estes aportes buscam só favorecer o Capitalismo moderno ao qual não se vê as questões sociais rotineira de uma Cidade. E neste entrave de interesses pela engorda de contas alheia, esta comunidade vê a dimensão destes investimentos passarem diante de seus olhos e nada podem fazer, apenas Esperar, não é atoa que o Nome da vila é ESPERANÇA.

Construir casas é construir esperança e dignidade

Bom, mas não é isso que encontramos nesta vila de casas, onde a situação é critica ao ponto do tamanho descaso por Parte da Prefeitura local.

Entre ratos e baratas e esgoto a céu aberto vivem desta forma 80 famílias com uma totalidade de 360 pessoas sendo em media 100 crianças em fase educacional.


As casas entregue, na época do Prefeito Elias Gomes, foi entregue apenas de Fachada, pois as mesma só tinha o Reboco por fora e dentro ficou a promessa, ai começou o dilema desta famílias, a atual gestão que já vem entre seis anos, nada fez até agora, pois se trata de uma rivalidade Política ao qual estas famílias não merece estar nesta intrigas.

Esgosto das casas

moradores construindo seu proprio acesso

Se a Habitabilidade é um termo que não se limita a unidade habitacional em sua construção. É, na verdade, um tema que abrange outras faces coletivas e privadas, físicas, psicológicas, sociais e culturais. É um conceito complexo, que envolve muitos aspectos que afetam a qualidade da moradia, como a qualidade da casa em termos de material de construção, área construída, divisões internas e instalações, a segurança da posse da terra, a infra-estrutura de abastecimento de água, esgoto, drenagem, sistema viário, forma do bairro e disponibilidade de equipamentos urbanos e serviços públicos, transporte, segurança, áreas de lazer e convivência comunitária, entre outros.


Como podemos ver, habitabilidade é ampla e sistêmica. São vários atores envolvidos e que não podem ser excluídos dos planos e ações decorrentes: indivíduos, famílias, comunidades, sociedade civil, governos em todas as suas esferas, empresas e outros parceiros. Aliados aos princípios de direito à moradia e à cidade, todo esse conjunto de forças aplicadas à busca da construção de um habitat social digno são à base do conceito da Habitabilidade.


Se nesta citação de Habitabilidade fosse aplica para o beneficio desta comunidade e entre outras o Cabo Poderia ser Referencia em Habitabilidade, contudo os que gerenciam este Município não vêem e nem vislumbram este tipo de atitude, que o Cabo hoje impõe a qualquer gestor.

Agora só podemos esperar que o atual prefeito do Cabo o Senhor Lula Cabral possa se sensibilizar com as fotos feitas in loco, já como os seus pré – posto não tem coragem de lhe mostrar a dura realidade que esta comunidade passa.


Comments
7 Responses to “VILA ESPERANÇA NO CABO UMA REALIDADE DURA DE SE VER”
  1. Anda bem que não sou apenas eu a acreditar que nosso prefeito não tome conhecimento de tudo que se passa no município ainda mais quando se tem que correr atrás de investimentos para que não se deixe passar esta fase do desenvolvimento do Cabo e do estado.
    É claro que administrativamente falando Lula Cabral não tem o que aprender sabe administrar o problema é que entre administrar uma empresa, principalmente quando se é dono e um município têm uma diferença primordial.
    Numa empresa seus assessores, aqueles aos quais deposita confiança plena podem até errar (inerente do ser humano) mais jamais terão o desejo ou sonharão em lhes tomar a empresa, erros consecutivos, revoltas, atitudes e ações inadequadas com o perfil da empresa podem ser resolvidos com uma limpeza no quadro funcional na administração municipal é exatamente o contrário, muitos querem o lugar do administrador, cada um a seu modo, uns trabalharão para denegrir sua imagem, outros se tornarão tapetes por cima do qual o administrador caminhará certo de estar seguro, outros serão descarados e desmancharão em elogios e obséquios quando em sua frente, por trás o inverso.
    Mais o pior de tudo é saber quem são as traíras, os covardes, os mentirosos, os falsos e ter que mantê-los ao seu lado por acordos feitos durante a campanha, “as famigeradas coligações que propiciam a eleição”
    Mesmo sendo chamado de doido “louco é rico”, não acredito que Lula tenha conhecimento real do que se passa e como está o pedaço de terra sob seu comando, tudo que sabe, tudo que vê, são as narrativas e exposições feitas por seus homens de “confiança”.
    Deste o terceiro ano Lula, “venho me debatendo, afirmando isto”.
    Diz o ditado: Os porcos engordam aos olhos do dono, o administrador que não conhece os quatro cantos do seu domínio, seus problemas, que não ouve e divide com seus concidadãos a busca pela solução dos problemas comuns, suicida-se!

  2. magda Ferraz disse:

    Tenho que me consternar diante dos fatos é lamentável que pessoas vivam deste jeito e sei muito bem o que é isso.
    A DESIGUALDADE SOCIAL E SUAS CONSEQÜÊNCIAS
    O Brasil, apesar de estar entre as dez maiores economias do mundo, é um dos campeões de desigualdade social. Os índices de violência aumentaram assustadoramente, elevando o crescimento da indústria de segurança. Blindagem de carros, sistemas de alarmes, travas e grades compõem um arsenal que, hoje, é quase uma necessidade essencial.
    Tal situação, sem dúvida, é fruto de um longo período de descaso e conformismo de toda sociedade.
    Josué de Castro, expõe, numa inspiradíssima frase, a seguinte constatação: “Metade da humanidade não come e a outra metade não dorme com medo da que não come”.
    Felizmente muitos já compreenderam que é absolutamente incompatível a prosperidade do empresariado numa sociedade em situação de caos.
    As empresas podem, não somente utilizar o seu poder político para influenciar nas decisões governamentais e nas políticas públicas – para que estas sejam mais éticas e justas – mas, também, empreender em setores onde a dignidade humana e a qualidade de vida estão diretamente relacionadas.
    Não podemos, simplesmente, nos trancafiar temerosos dos famintos, precisamos estar conscientes do nosso papel e de nossa responsabilidade diante de tão grave problema.

    E quero parabenizar o Portal Cabo na pessoa do Sr. Moura que sua matéria possa alcançar grandes vôos sensibilizando os corações de Pedras existente no gestor atual.

    Magda Ferraz

  3. viveane Araujo de Pontezinha Cabo disse:

    Já em 1908 dizia Schumpeter:

    “Ninguém dá importância ao pão pela quantidade de pão que existe num país ou no mundo, mas todos medem sua utilidade de acordo com a quantidade disponível para si, e isso, por sua vez, depende da quantidade total”

    Depois de ler a matéria li também a de Jairo Lima Pão e Circo para os Cabenses

    Onde o texto abaixo reflete o que queremos com certos gastos

    Um das práticas muito comuns na Roma Antiga era a Política do Pão e Circo. Com os problemas que estavam acontecendo na parte rural romana, os camponeses começaram a mudar-se para o centro e com isso surgiram problemas comuns à superlotação da cidade. Quando os imperadores notavam que a população estava começando a se estressar e o sentimento de rebelião começava a nascer no povo, eles davam pão, trigo e outros alimentos e, para isso, juntavam todos nos estádios (um dos mais famosos era o Coliseu) para assistir às lutas dos famosos gladiadores.

    Enquanto a população assistia a essas lutas, comiam pão, bebiam vinho e se esqueciam dos problemas que estavam enfrentando. Para se ter uma ideia, essa política estava dando tão certo que Roma chegou a ter 175 feriados por ano.

    O tempo passou, mas a política continua a mesma. No Cabo de Santo Agostinho essa prática funciona muito bem. Sabemos que o município está entregue às baratas. São buracos por todos os lados, famílias desabrigadas, enquanto os “amigos” do prefeito e de seu secretariado ocupam as casas que deveriam ser dessas pessoas. São problemas que não têm fim em toda a cidade, desde a Charneca, até Jussaral, problemas e mais problemas.

    Voltando à história da política do Pão e Circo, em Roma, a prática era adotada todas as vezes que começava o sentimento de rebelião na população devido aos problemas enfrentados diariamente, no Cabo não é tão diferente e essa prática já virou uma constante. Quando os problemas da cidade estão começando a ficarem insuportáveis o prefeito, Lula Cabral, inventa uma festa para calar a boca da população.

    Bom acho que tudo precisa ser revisto e ficar bem as claras temos o direito de ter grandes atrações no cabo pois é uma questão de cultura mas também o povo precisa do Pão que os alimentam

  4. biro de Pirapama disse:

    È lastimável que temos nossos irmãos Cabenses vivendo nestas condições e veja que é do Tempo de Elias Gomes
    O que eu acho meio estranho é que ninguém até agora se prontificou a divulgar tal matéria, já passarão Manoel Carlos Ana Selma e agora o Vereador Ricardinho, agora fica a pergunta cadê os mesmo que não denúncia os fatos, Cadê de o Senhor Betinho Gomes que disse que seu pai construiu estas casas só de fachada, cadê os mesmo que não respondem tais questões, joga tudo na costa do Prefeito atual, que ainda por birra de menino novo, também não vê o que esta diante de seus olhos.

    Veja que todos são Culpados são todos atores deste Grande Circo Chamado política Cabense os mesmo estarão sendo julgado não por mim mas sim pelo grande Criador onde darás contas dos Cargos que ocupaste aqui na terra.

  5. biro de Pirapama disse:

    Berço da desigualdade

    Cristovam Buarque

    Quando nascem, alguns começam a comer, outros não; a seguir, alguns vão cedo para a escola, outros não; depois, alguns ficam fora da escola, outros permanecem por quatro anos, uns freqüentam-na irregularmente, ou a abandonam antes de concluir o ensino médio, ou o concluem com péssima qualidade; enquanto isso, outros ficam na escola por 20 anos, do pré-primário até o final da universidade. Dos que nasceram em berço pobre, quase nenhum vai garantir ascensão social por meio do diploma; a probabilidade é igual à de ganhar na loteria.

    Ao longo de sua vida, uma criança brasileira nascida entre os mais pobres, com renda per capita de 80 reais por mês, receberá um investimento de R$ 3.200,00 na sua educação. Já aquela nascida entre os mais ricos, com renda per capita de R$ 1.600,00 por mês, receberá cerca de R$ 250 mil em toda a sua vida escolar. A desigualdade de 20 vezes na distribuição da renda aumenta para 80 vezes no gasto com educação.

    Aí está a explicação da desigualdade, e a orientação para romper o ciclo criado por ela. Há décadas, economistas tentam explicar a desigualdade pela distribuição da renda, sem perceber que sua causa fundamental está no acesso à educação. Primeiro, porque a concentração da educação impede a distribuição da renda, mesmo que se desejasse distribuí-la; segundo, porque a renda nacional ainda é baixa; se ela fosse radicalmente repartida, faria com que todos fossem igualmente pobres, não distribuiria riqueza.

    A promessa de romper o círculo da desigualdade por meio da distribuição direta de renda é demagógica, porque não há renda suficiente para todos e porque ela não se distribui simplesmente por decreto. O aumento do salário mínimo não será suficiente para tirar os pobres da pobreza e, se fosse, só chegaria àqueles que têm emprego, o que hoje exige educação.

    Alguns países dispõem de renda suficiente para distribuí-la quase independentemente da educação de seus indivíduos, outros não têm recursos nem mesmo para educar a todos. O Brasil não tem renda suficiente para distribuí-la bem, mas tem os recursos para educar todos os brasileiros. Em alguns países, a desigualdade é conseqüência da pobreza natural; no Brasil, ela é construída por políticas sociais que beneficiam uns mais do que outros.

    O caminho para eliminar a tragédia da desigualdade no Brasil está na garantia da educação de qualidade a todos, do pré-natal até o primeiro emprego.

    Além de pagar às mães uma renda suficiente para garantir a alimentação da família, com a condição de que seus filhos estudem, como faz o Bolsa Família, é preciso acompanhar seus filhos desde o dia em que nascem, com alimentação e cuidados pedagógicos, em creches ou outros sistemas que assegurem seu desenvolvimento intelectual.

    Não se pode esperar igualdade em um país onde algumas crianças entram na escola aos 4 anos e outras aos 7. A garantia de vaga na escola a todas as crianças de quatro anos é o caminho para vencer a desigualdade. Esse seria um gesto simples dos brasileiros para com suas crianças. As instalações estão quase todas disponíveis, os meios de gerenciá-las já existem.

    Outro elemento vital para o rompimento do círculo da pobreza é o professor. Para distribuir renda, é preciso pagar bem aos professores e professoras. Não apenas porque no Brasil eles somam 2 milhões de mal remunerados, mas sobretudo porque nenhum outro agente social produz mais igualdade do que um professor em sala de aula. Porém, é preciso que ele estude, se forme, se dedique, caso contrário não terá qualquer papel no esforço de construção da igualdade. Ao lado do professor, as escolas precisam de equipamentos. Não há igualdade entre crianças que começam a brincar com computadores em idades diferentes.

    Sobretudo, é preciso não parar no ensino fundamental. O Brasil precisa tornar obrigatório o ensino médio. É uma vergonhosa causa de desigualdade o descaso com que aceitamos que grande parte da população só estude até os 14 anos, enquanto poucos chegam ao final da universidade.

    Com essas medidas, bem como com livros e equipamentos, incentivos e um compromisso radical com a educação, similar ao compromisso de décadas com o crescimento econômico, em 15, 20, no máximo 30 anos, o Brasil será um país com uma distribuição decente de renda, sem a vergonhosa desigualdade de hoje. O Unicef mostrou como a desigualdade social transfere-se para a desigualdade na educação e nos ajuda a perceber que a desigualdade ao acesso à educação é a causa da desigualdade social, o que cria o maldito círculo da vergonha nacional. E também que deve ser verdadeiro o contrário: o investimento no berço quebrará esse círculo.

    É tempo de romper o círculo da desigualdade. A hora é esta e é possível. Sabemos como fazer, temos a vontade política e já estamos dando os primeiros passos, discutindo a criação do Fundeb, iniciando um grande programa de capacitação e formação de professores e implementando ações de inclusão escolar. Mas é preciso mais. É preciso olhar para os berços desiguais onde nossas crianças nascem e passam sua infância. O Unicef fez sua parte. Nós, brasileiros, precisamos fazer a nossa.

    Cristovam Buarque é ministro da Educação

  6. Vera Montenegro disse:

    Em pleno século XXI, grande parcela da população mundial padece com velhos inimigos, a desigualdade social e a pobreza. Estes problemas são os responsáveis por levar um grande contingente de pessoas na maioria jovens ao roubo, as drogas e ao crime organizado, estas ações, em muitos casos são alternativas para que estas pessoas tenham condições de sobreviver e serem aceitas no meio em que vivem.
    Este contingente marginalizado pela sociedade por não desfrutar de um bom nível de instrução e possuir um potencial econômico incapaz de subsidiar suas necessidades básicas estão à deriva e expostos a ação das facções que corrompem os cidadãos.
    Cabe aos governantes, instituir em seus programas de governo, uma política séria, honesta e transparente de inclusão social aos desfavorecidos, com a finalidade de combater o analfabetismo, a informalidade, a fome e o desemprego. Estas medidas devem ser uma forma de auxiliar na formação destas pessoas, prepará-las para ter as mesmas chances na busca por um emprego ou por um curso de profissionalização que é acessível a um cidadão que possui uma boa condição financeira.
    As grandes nações que possuem um alto potencial econômico-financeiro devem olhar com bons olhos essas causas, e dar as suas contribuições às nações mais necessitadas, quer seja de forma financeira, na abertura de seus mercados para os países subdesenvolvidos, ou de diálogo, minimizando conflitos que existem por questões raciais.
    As nações que possuem um alto índice de pobreza e desigualdade social a exemplo do Brasil e de outros países, devem concentrar esforços na melhoria das condições de vida das pessoas, desenvolvendo políticas para melhorar o atendimento a saúde pública e a alimentação, assegurando aos necessitados acesso aos cuidados básicos. No que diz respeito à desigualdade social, criar políticas de distribuição de renda, investimento em educação e na geração de empregos, de forma que os jovens tenham acesso à educação, e que o país tenha condições de oferecer no futuro uma oportunidade a maioria. Aos governantes, comprometer-se com as causas sociais e administrar os recursos públicos com habilidade, honestidade e transparência.
    È comum nos últimos anos a realização de fóruns econômicos, onde os líderes de vários países se reúnem para debaterem sobre as decisões a serem tomadas para haver uma integração entre as nações e acabar com a pobreza e a desigualdade social no mundo, essa é uma iniciativa maravilhosa, mas desde que todos estejam realmente comprometidos em contribuir com sua parcela, e não apenas fazendo promessas para dar esperança aos necessitados.
    A sociedade deve ser solidária e não ficar só esperando os milagres de um programa de governo, deve se mobilizar através de grupos, classes e associações e a exemplo de algumas ONGs, contribuir de forma significativa para a inclusão social de todos, cobrando por políticas transparentes, criando programas e ações para melhorar as condições de vida das pessoas necessitadas no combate a pobreza e a desigualdade social.

    Mais uma vez o Portal Cabo com sua simplicidade, mostra as necessidades de uma nova visão, para o Cabo que é a População Carente do Cabo.

  7. Nos dias de hoje todos voltam os olhos para:
    Pré sal – Suape.
    Vemos antes de ser retirado um único barril de petróleo as brigas pelo dinheiro vindo destes.
    Vemos Suape crescendo a olhos vistos, progresso, desenvolvimento.
    Quem deveria ser o mais beneficiado, Ipojuca. É?
    Qual o índice de analfabetismo, que melhorias o povo ipojucano teve na saúde, segurança, habitação, educação, laser, renda per capita?
    De quatro anos para cá o dinheiro que entrou em Ipojuca é muito maior do que se poderia prever, onde estão os benefícios que este povo recebe?
    O que retorna ao povo em termos de benefícios equivale ao aumento da renda do município?
    Suape é o carro chefe do progresso de Pernambuco, pólo gesseiro,
    Hemo-derivados, têxtil uma verdadeira enxurrada de investimentos e abertura de postos de trabalho, louvável mais assistimos todos os dias morte nas portas dos hospitais, falta de leito, de atendimento por falta de maquinário ou por falta de profissionais preparados para operá-los, profissionais médicos em várias especialidades em falta.
    O primordial, qualidade de vida, está em segundo plano e esta grande quantidade de dinheiro está indo para onde?
    Elias Gomes fez, entregou um bolo de farinha com sal com cobertura de morango, lindo por fora nada por dentro já foi entregue assim, ninguém viu? Ninguém percebeu a falta de saneamento básico? Acesso?
    Distância para o posto de saúde mais próximo, para a escola mais próxima? Não! Mais meu governo fez casas populares e entregou.
    É o mesmo que entregar um computador a um analfabeto, num local sem energia e sem acesso a internete, que faço com ele? Guardo e espero a chega de tudo isso?
    O Cabo não fica atrás, a arrecadação aumentou e está aumentado rapidamente então porque nos faltam médicos segurança e postos de saúde?
    Porque alugamos casas para instalação de postos se espaços existem onde se construir?
    Temos colégios modelos espalhados pelo município, porque nossos alunos voltam para casa às vezes duas, três vezes por semana por falta de professores?
    Porque vemos as escolas serem abastecidas com produtos de primeira qualidade para merenda escolar e quando perguntamos aos alunos qual a merenda, nos surpreendemos; inhame, frango? Não!
    Estas casas da Vila Esperança, a merenda escolar a assiduidade dos alunos e professores, quem fiscaliza?
    Os vereadores ou conselho de educação fazem vistorias, dá até para rir.
    Senhor(a) diretor(a) comunicamos que dia … “uma semana depois” estaremos nesta escola para vistoria, nesses dias merenda de primeiro mundo, todos os professores presentes, rigor no registro de comparecimento dos alunos, limpeza total. Tudo certo, tudo na mais perfeita ordem.
    Assim acontece também em postos médicos, secretarias, e demais serviços públicos.
    Porque já que são pagos e muito bem pagos não saem de seus gabinetes uma, duas vezes por semana e lancham num colégio a merenda escolar ou visitam postos médicos sem avisar com antecedência levando a imprensa a tira-colo?
    Que surpresa!
    Se Elias errou, erram mais ainda os vereadores que calejam suas bundas nas confortáveis cadeiras da câmara para discutir quem apoiarão para deputado já visando o apoio à reeleição.
    O erro não de um apenas é de todos. Executivo, legislativo, judiciário e povo, todos têm que rever suas posições.
    Não esquecendo a imprensa.

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