Sistema Pirapama Compesa quebra todos os paradigmas de Habitabilidade

Sistema Pirapama Compesa quebra

todos os paradigmas de Habitabilidade

Como já sabemos Água é nossa e o Dinheiro é nosso, mas á Compesa não acha isso, e por falta de senso humanitário e com essa gama de dinheiro colocado pelo Governo Federal através do PAC molda um plano ardiloso que beneficiam apenas o capital privado, onde passam por cima de tudo desde agressão ambiental até a agressão Social, que é o ultimo grau que não podemos permitir de tal empresa.

Foi nos colocado uma grave denuncia, onde a Compesa para poder alcançar seus objetivos da conclusão da obra do sistema Pirapama, estaria extrapolando o direito de poceiros locais, nas redondezas de Pontezinha, onde as obras próximas a BR 101estão em fase de remoção de varias famílias nesta área, onde as mesmas já residem a mais de 80 anos. E a Historia que conto a vocês agora é de Dona Adélia Henrique dos Santos


Dona Adélia no ano de 1950 veio a morar nas redondezas de Pontezinha, aonde de acordo com suas posses, veio a se instalar com sua prole as margens do mangue, onde neste local, poderia dar de comer a seus filhos, mas como as terras de sua pretensão já eram griladas por coronéis da época que se diziam dono da área, estes mesmo carniceiros cobravam destas pessoas retirantes, o aluguel do chão, onde estas famílias ou pagavam ou eram retiradas a forças por seus capatazes.

Mas Dona Adélia tinha que alimentar e criar seus filhos e teve que se render as estes coronéis da época.

Vivendo em um casebre humilde em um pequeno sitio as Margens do mangue, pode sustentar seus filhos com os pequenos recursos que a terra lhe proveu, onde as mangueiras os coqueiros e as frutas Pão foram o sustento natural de sua família, mas sempre preocupada em pagar o aluguel do chão teve a feliz idéia de guardar em pequena cardeneta com todos os pagamentos feitos aos coronéis da época.


Como o Passar dos anos e neste momento atual, ela se vê agora com outro tipo de coronel, que ela mesma não entende bem, já em idade avançada não sabe o porquê de tanta questão sobre a sua humilde casa.

Os coronéis de hoje chegaram a sua porta entregando uma ordem judicial, dizendo que ela deveria desocupar a área para poder dar passagem a uma Tubulação do sistema Pirapama, ai é que chegou ao nosso conhecimento que a Dona Adélia iria receber pela sua casinha R$4.536,00 e R$1.555,00 pelas culturas agrícolas e a (Herdeira ou Esposa) do grileiro da área ira Receber R$ 55.052,82 pela terra


Veja a disparidade e a crueldade de quem produz estas indenizações porque quem o faz não vêem as condições caso por caso e suas particularidades.

Buscando em defender os direitos desta Senhora O Conselho Social dos Moradores de Pontezinha junto com O Portal Cabo, ONG Mangue Ferido, Alberto Figueiredo instituto Mãos Limpas Brasil se reunirão junto com a Compesa para tratar e analisar o Caso de Dona Adélia.

Nesta Reunião estavam Presente os representantes legais da Compesa o Advogado Aguinaldo da Costa. O engenheiro da comissão de desapropriação o Senhor João Manoel Lins e os Representantes do Conselho Sr. Eraldo Ferraz do Portal Cabo Sr. Moura e da ONG Mangue Ferido Sr. Sandro Florêncio, Alberto Figueiredo instituto Mãos Limpas Brasil e também estava presente a Dona Adélia acompanhada de seus filhos.


Depois de ouvir nossas indagações, a Compesa através do seu advogado foi bem categórico com a posição da empresa, onde a mesma esta preocupada com o social e que a Compesa vem fazendo de tudo para respeitar os direitos das famílias a serem indenizadas e por isso estamos aqui hoje comparecendo a esta reunião, para mostrar o quanto estamos sensibilizados no caso de Dona Adélia e que por sinal tem uma historia a ser considerada e a política social da empresa é esta, de ouvir a todos. Comentou Aguinaldo da Costa.

A Compesa nesta Reunião fez uma proposta para dona Adélia a qual a quantia em si, não revelaremos aqui por questões jurídicas e pessoais que o caso merece.

Mas devemos nos atinar no conceito Habitabilidade Urbana parte do pressuposto de que a habitação deve ser entendida em um sentido mais abrangente e sistêmico, no sentido de pertencimento, de usufruto e de direito à cidade. Isto é, inclui a oferta e o acesso por parte da população à rede de infra-estrutura urbana e de acesso aos equipamentos públicos. Diz respeito à questão do pertencimento ao território e da inclusão dentro de um amplo contexto urbano, dando visibilidade ao pleno exercício de fruir, usufruir e construir um espaço com qualidade de saudável/habitável22.


Veja que a infra-estrutura para beneficiar outros, não pode jamais sobrepor sob os direitos igualitários a que todos temos, inclusive Dona Adélia e quantas outras Adélia existirem, que seja dado a todas as devidas condições de respeitabilidade social que todo o ser humano merece.

Queremos agradecer a Compesa por suas prestimosas atenções a este caso e esperamos que outros casos como este seja trado com o mesmo respeito.

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