2.000 Agressores ambientais levam lucro a Via Parque

2.000 Agressores ambientais

levam lucro a Via Parque

Será que estes 2.000 dos 17.000 esperados sabem dos impactos ambientais que esta ponte ocasionou e vai causar ao manguezal? Aparentemente não.

São estes agressores que teremos de dizer, que eles estão contribuindo para a maior agressão arquitetônica implantada em Pernambuco, em pleno século XXI, onde as questões ambientais estão sendo discutida, em todo o Mundo e Pernambuco sai na frente, manchando o nome do Estado e por não dizer do Brasil.

Basicamente a ponte foi construída para privilegiar um Mega investimento grileiro, que usurpou e desrespeitou todas as leis ambientais de nosso País, para privilegiar alguns milionários, fomentadores de campanha de alguns parlamentares. Estes mesmo praticam a velha forma de discutir a agressão ambiental nos tribunais, pois lá longe dos fatos e em cima de papeis é que os fatos de desenrolam, em prol da impunidade que nossas leis os facultão. Onde juízes leigos, no assunto das questões ambientais, tratam o meio ambiente, da mesma forma que enxerga um maço de processos abstrato, que nada diz, nada faz e não pode gritar e berrar, como a natureza berra aos nossos olhos, dizendo que basta, deixe me viver

Mas fica ai o restante dos informes midiático, que tenho até nojo de colocar neste Veiculo Democrático que eu escrevo.

A movimentação no primeiro dia de funcionamento da Via Parque e da Ponte do Paiva cumpriu as expectativas da Rota dos Coqueiros, concessionária do projeto (primeira Parceria Público-Privada do estado) durante 33 anos. Ontem, cerca de 2 mil veículos haviam passado pelo sistema viário, que liga Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, ao Cabo de Santo Agostinho, ao Complexo Industrial de Suape e às praias do Litoral Sul. O faturamento com pedágios na “estréia” girou em torno de R$ 8 mil. A previsão é de aumento do fluxo durante o fim de semana.

O primeiro dia do sistema foi tranqüilo. De acordo com o presidente da Rota dos Coqueiros Ruy Rêgo, não foram registrados congestionamentos, acidentes e crimes ao longo dos 6,2 quilômetros de trajeto. E, pelo menos em relação ao trânsito, os problemas devem demorar em aparecer. “A movimentação está muito abaixo das capacidades da Ponte do Paiva (17 mil veículos/dia) e da Via Parque (cerca de30 mil)”, explicou Rêgo.

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