A Fragilidade dos Políticos diante das catástrofes naturais

A Fragilidade dos Políticos diante das catástrofes naturais

Fotos: Bobby Fabisak, da JC Imagem, e Daniel Guedes, do Blog de Jamildo

Minhas considerações de hoje esta relacionadas sobre o que já li sobre os vários posicionamentos de vários políticos diante das tragédias ocorridos no Estado de Pernambuco neste dias.

Fotos: Bobby Fabisak, da JC Imagem, e Daniel Guedes, do Blog de Jamildo

Vamos aos Fatos:

Uma cidade que agoniza. Barreiros, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, mais se assemelha a um cenário dantesco. Pessoas vagam pedindo ajuda, animais mortos repousam em valas de lama ao ar livre. Ainda não se sabe o saldo de mortos. A certeza é só uma: a cidade clama, em meio ao caos, por sobrevivência. Como bravos guerreiros, lutam para não sucumbir à própria desgraça pós-tragédia. Matam porcos na rua para saciar a própria fome. Bebe água do Rio Carimã, afluente do Rio Una. O mesmo que derrubou duas pontes no último sábado. Uma população perdida que tenta encontrar força em si mesma.

Fotos: Bobby Fabisak, da JC Imagem, e Daniel Guedes, do Blog de Jamildo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca hoje, no Recife, para ver de perto a tragédia sofrida pelos municípios atingidos pelas fortes chuvas em Pernambuco. “Será uma visita de poucas horas”, mas que representará muito para as milhares de famílias que viram o esforço de uma vida inteira se dissolver na água. Para essas pessoas, a chegada de uma figura ilustre em meio a um cenário de caos é um sinal de esperança. Antes mesmo de pisar em solo pernambucano, Lula enviou a boa-nova pelo seu ministro da Defesa, Nelson Jobim. “Ontem, ele avisou que quem teve suas casas destruídas ganhará um novo endereço”: as moradias serão reconstruídas em locais seguros, longe dos leitos dos rios e das enchentes. Além disso, reuniu-se com dez ministros, na noite de ontem, para definir um pacote de medidas que serão adotadas pelo governo federal em Pernambuco e Alagoas, que também sofreu com as chuvas.

Fotos: Bobby Fabisak, da JC Imagem, e Daniel Guedes, do Blog de Jamildo

Vencendo a lama e a dificuldade de locomoção nas 54 cidades atingidas pelas chuvas, equipes dos governos federais e estaduais estão percorrendo essas áreas, “fazendo um levantamento das necessidades e de como podem tocar o plano de reconstrução”. Segundo o governador Eduardo Campos, até a próxima semana, será concluída a identificação dos terrenos que serão desapropriados em 39 municípios onde os estragos foram maiores. Até ontem, o governo havia contabilizado “11.407” casas destruídas. O número ainda pode crescer, uma vez que os técnicos ainda não “conseguiram acessar as localidades” mais remotas para verificar os danos causados e porque diversas casas que ficaram de pé estão com a estrutura comprometida e terão que ser demolidas. O certo é que as novas edificações não serão erguidas em áreas de risco, como as margens dos rios. “A população tem que entender que essas casas ficarão em outros locais para evitar que outra tragédia se repita. Depois da indicação dos lugares, vamos começar as obras de construção”, disse Nelson Jobim.

Fotos: Bobby Fabisak, da JC Imagem, e Daniel Guedes, do Blog de Jamildo

Os detalhes desse plano ainda estão sendo fechados. De acordo com o governador, o estado designou engenheiros e técnicos da Defesa Civil que já atuaram em outras enchentes para escolher os terrenos adequados, respeitando o plano diretor das cidades e as limitações ambientais. “A primeira providência será desapropriar as áreas. Como essas casas serão construídas, se por mutirões ou frentes de trabalho, ainda vamos definir, assim como os recursos para isso. Mas, certamente, se for com recursos do Minha Casa, Minha Vida, não pode ser o que já tinha previsto no programa, mas um dinheiro extra”, adiantou. A previsão do governo do estado é iniciar as obras dentro de “45 dias”.

Entre um cenário Dantesco vemos certas frases que nos leva a pensar como estão despreparados governos e políticos:

1-“Será uma visita de poucas horas”, Veja que em uma visita de um Presidente em uma área atingida é apenas mero protocolo e não ações energéticas, onde o Governo Federal deveria ser transferido com todos os seus aportes para a área atingida, mostrando assim a todos sua preocupação diante do Caus humano, agora para passear com sua Candidata para cima e para baixo ai sim tem tempo de sobra e não adianta dizer, que um Presidente tem outros assuntos a resolver, o que ele tem que resolver agora é estar ao lado do seu Povo neste sofrimento cruel.

2- “fazendo um levantamento das necessidades e de como podem tocar o plano de reconstrução”. Em um estado de caus natural não temos que ficar pensando por onde começar, o Primeiro começo seria a retirada da própria população desta área dando a ela local adequado até que se faça a reconstrução das novas moradias, fazendo isso se retira dos olhos humanos o sofrimento e a perda de sua auto-estima.

“11.407”. Casas destruídas se multiplicar por três serão 34.221 pessoas que estão sofrendo e note que ainda os técnicos ainda não “conseguiram acessar as localidades” mais remotas para verificar os danos causados e porque diversas casas que ficaram de pé estão com a estrutura comprometida e terão que ser demolidas. O Brasil como nação soberana não tem um plano de contingência como existem em outros países como USA, CHINA etc. este países já aprenderam com várias experiência neste tipo de caus e tem uma meta a seguir e o nosso Brasil não o tem ficam brincando diante da vida Humana

45 dias é o prazo que o governador deu para o começo das obras, isto ainda para começar imagine para construir “11.407” que deve chegar a 20.000 moradias com o bando de aproveitadores políticos que irão se inserir suas bases escusas neste aporte eleitoreiro.

Ao constatar este simples trecho de frases e dados aqui colocado, temos que analisar que os nossos políticos e dirigente desta nação, não estão preparados e nem preocupados com o caus humano e sim eles estão preocupado no quanto podem tirar proveito disto. Isto nos coloca uma realidade preocupativa, do qual a sociedade organizada tem por direito de saber que isso ocorre às claras e a nossa revelia e mais uma vez temos o direito como mídia alternativa, de alertar a população para estes graves problemas que ocorre em nosso País. Seria irracional de nossa parte ficar calado diante do sofrimento humano, se agirmos assim estaremos fazendo coro a esta cegueira que assola nossos políticos, hoje muitos deles estarão dançando Forro em vários quantos deste País e não estão nem ai para este povo sofrido de Pernambuco.

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