MANGUE FERIDO

MANGUE FERIDO

O mangue ferido foi fundado em fevereiro de 2003 com a pretensão de elabora políticas de sustentabilidade em cima de recursos hídricos naturais ecologicamente corretos

O presente trabalho objetivou levantar os aspectos da sustentabilidade e os principais instrumentos legais de proteção aos manguezais

Para efeito metodológico, foi realizado um levantamento bibliográfico, já existente, em revistas, livros, documentos e demais fontes secundárias de pesquisa.

O que nos levou a uma constatação da atual situação de nossos mangues.

O desafio da sustentabilidade está, principalmente, em como conciliar  a  expansão urbana com a conservação e o uso sustentável.

Um primeiro ponto vital é o da conservação das áreas de manguezais, decisivas para as cadeias da diversidade biológica e apontadas, no estudo de Constanza e outros, como as mais valiosas sob o ângulo dos serviços prestados pelos ecossistemas.

Praticamente todos os manguezais da área costeira do Brasil estão sob graves ameaças, seja por causa da expansão urbana, seja por projetos turísticos inadequados.

Percebe-se, que a zona costeira é uma região peculiar do ponto de vista ecológico, pois abrange a transição entre o meio aquático, marinho, terrestre e aéreo, com intensas trocas de nutrientes e energia entre os diversos ambientes.

Ao contrário de outras florestas, os manguezais são muito ricos em espécies, porém se destacam pela grande abundância das populações que neles vivem. E ainda podemos atribuir outras importâncias ao mangue, como por exemplo a sua vegetação serve para fixar as terras, impedindo assim a erosão e ao mesmo tempo estabilizando a costa, e as raízes do mangue funcionam como filtros na retenção dos sedimentos, e por fim constitui um importante banco genético para a recuperação de áreas degradadas. Por isso, podem ser considerado um dos mais produtivos ambientes naturais do Brasil.

Desta forma, pode-se constatar a importância socioeconômica destes ecossistemas para a economia formal e informal dos municípios costeiros e para as comunidades que vivem no entorno e sobrevivem dos seus recursos, como: a fabricação de artesanatos, a pesca artesanal e coletas de mariscos com destaque para espécies de interesse econômico, tais como caranguejo, aratu, camarões e diversas espécies de peixes.

Dessa forma, é necessário o manejo racional dos recursos disponíveis na zona costeira, com intuito de obter um equilíbrio entre desenvolvimento e a conservação e neste contexto, a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas neles inseridos.

O desenvolvimento sustentável pressupõe a manutenção dos recursos naturais a longo prazo e, paralelamente o equilíbrio entre o crescimento econômico  e a eqüidade social. De acordo com essa compreensão, o modelo de sustentabilidade implica no reconhecimento de que a capacidade de manutenção dos recursos naturais é determinante para o volume da produção, e significa que o processo não pode ser mantido apenas pelas condições de mercado, tanto em referência aos padrões de produção e consumo das sociedades humanas, mas  também, paralelamente inserir as questões ambientais referentes ao ritmo de reposição dos recursos naturais renováveis e do ritmo de exploração dos não renováveis e a qualidade de vida da população humana.

Tendo em vista todas estas considerações, resolvemos fazer o mesmo que o mangues faz, trabalha filtrando a água tirando dele os nutrientes necessários para a sustentação de varias espécies, e constatamos que o maior perigo eminente em primeiro grau é a poluição Humana, sendo o causador da atual agressão em nossos mangues, o ser Humano deveria ser o nosso principal objetivo então partindo deste conceito elaboramos o Primeiro Projeto

A primeira ação do movimento foi a coleta seletiva, onde a população pode trocar cinco quilos de lixo reciclável, como plástico, vidro metal e papel, por uma senha para concorrer a sorteio de brindes durante o dia. Entre os brindes estavam brinquedos, utensílios para casa e materiais escolares.

Tendo a ação o objetivo de conscientizar os moradores das comunidades para a importância da coleta seletiva do lixo e que seu sucesso depende da participação ativa de cada um para separar o lixo produzido em sua própria casa.

Por que á conscientização é nosso foco, a Educação Ambiental deve permitir a compreensão da natureza complexa do meio ambiente e interpretar a interdependência entre os diversos elementos que conformam o ambiente, com vistas a utilizar racionalmente os recursos do meio na satisfação material e espiritual da sociedade, no presente e no futuro.

A falência do modelo de desenvolvimento e de sociedade dominante, a degradação das relações sociais, a exaustão dos recursos naturais, a fome e a miséria no mundo são cenas que estão no dia-a-dia de cada cidadão. A atual geração tem assistido a um intenso progresso tecnológico, que provoca graves conseqüências para a vida no planeta. Nos últimos anos, a preocupação com a degradação e a exaustão dos recursos naturais deixa de ser tema apenas do movimento ambientalista e passa a ser prioridade para diferentes atores sociais. Essa mudança está fortemente evidente nos grandes debates que têm acontecido nos mais variados cenários do mundo. É urgente o estabelecimento de uma nova ordem mundial que deve ter como referência central a necessidade da reflexão acerca dos temas ambientais, da escassez dos recursos naturais, de novas formas de relações entre os homens e da sociedade com o ambiente natural. A luta ambientalista passa a ser uma luta em defesa da vida.

Através de voluntários com o apoio dos catadores fizeram a abordagem às casas, orientando a comunidade sobre a importância da coleta seletiva e entregaram panfleto educativo sobre a separação do lixo em orgânico e inorgânico, além da coleta dos resíduos separados pelos moradores no momento da abordagem.

mangue ferido 5mangue ferido 6

Indicadores de sucesso da ação:

• Número de voluntários da Rede de Colaboração: 108;

• Número de voluntários das organizações parceiras: 80;

• Número de casas visitadas: 3513 casas.

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Outros Projetos:

Mutirão de limpeza no manguezal do Rio Jaboatão

Entrega de lixeiras de coleta seletiva em escolas e associações

“Te informa aí”  é outro ato, em que a organização distribuirá panfletos explicativos sobre preservação ambiental para a população.

Sandro Florêncio Falou mais sobre o Projeto Mangue Ferido  para o Portal Cabo veja o Depoimento:

“Bem somos pequenos diante da grandeza do mangues, mas o MANGUE ESTA FERIDO devido a nossa falta de conscientização, portanto a nossa luta e árdua e continua pois temos a certeza que o mangue poderá ser á maior cadeia alimentar deste Planeta basta ser respeitado como um ser vivente”

ONG Mangue Ferido

Sandro Florêncio

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A geração verde mostra sua força

Publicado em 20.06.2009, no Jornal do Commercio

A bandeira conservacionista foi levantada pela primeira vez em Pernambuco em 1979, com a criação, incentivada pelo ecólogo João de Vasconcelos Sobrinho (1908-1989), da Aspan, a primeira ONG ambientalista do Estado. Dez anos depois, o Jornal do Commercio, que completava 70 anos, criou uma editoria dedicada ao tema. Nessas duas décadas de existência, Ciência/Meio Ambiente não só acompanhou, mas também contribuiu para a evolução do pensamento científico e ambiental na região. Um panorama dessa história, até os dias atuais, é o que mostram as repórteres Cleide Alves e Verônica Falcão.

Toda terça-feira, um grupo de ambientalistas de Curcurana-Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, município do Grande Recife, pedala cerca de um quilômetro por estradas de barro até o Rio Jaboatão, para recolher o lixo emaranhado nas raízes do mangue. Os resíduos que não servem mais são descartados em tonéis para serem coletados pela limpeza urbana e o material reciclável é transformado em peixes, tambores e gafanhotos artesanais.

Mangue ferido 7

A ação, comandada pela Associação Mangue Ferido, organização não governamental com sede em Curcurana, teve início há seis anos. Nesse período, a entidade retirou duas toneladas e meia de lixo do ecossistema. E conquistou a simpatia dos moradores. “Não vamos resolver o problema, esse é nosso trabalho de conscientização ecológica da comunidade onde vivemos”, diz o presidente da ONG, Sandro Florêncio, 37 anos.

Quando começou a limpeza do mangue, Sandro era chamado de doido pela vizinhança. “A pessoas me diziam que meu filho tinha ficado maluco. Pouco tempo depois, vi um monte de gente com sacos nas mãos, a caminho do mangue, para coletar o lixo. Eles perceberam que poderiam ganhar dinheiro com a venda de peças recicláveis”, comenta Valderez Josefa dos Santos, 55, mãe de Sandro e também guardiã do mangue.

O apoio ao projeto, diz ele, foi conquistado com ação (a coleta do lixo no mangue) e informação (distribuição de panfletos com a comunidade). Nos informativos, a associação explica a importância da coleta seletiva, esclarece o que é material reciclável e divulga o tempo de decomposição de cada um deles no ambiente. O grupo tem apoio da Associação Pernambucana de Defesa da Natureza (Aspan), a mais antiga ONG ambientalista em atuação no Estado.

Sandro acrescenta que o alvo da Mangue Ferido são pescadores, estudantes e moradores da área ribeirinha. “Desenvolvemos um trabalho socioambiental, começando pela melhoria da limpeza nas ruas”, informa. Com ajuda de comerciantes locais, a associação conseguiu 13 tonéis para receber os resíduos das casas que não contam com coleta domiciliar. Os recipientes ficam na rua principal, atendida pelo caminhão.

A associação, adepta do movimento Reduzir, Reutilizar e Reciclar, faz palestras nas escolas, para disseminar a consciência ambiental em crianças e jovens. “A área onde atuamos preserva quatro tipos diferentes de vegetação de mangue e 60 de restinga. Isso não pode ser depredado por lixo, extração ilegal de madeira e especulação imobiliária”, frisa o ambientalista.

Ecossistema típico de áreas costeiras de clima tropical e subtropical, o manguezal é moradia de caranguejo, molusco, peixe e camarão. “O mangue assegura um serviço ambiental importante, porque diminui enchentes, é um filtro biológico e a biodiversidade, apesar de pequena, sustenta pescadores”, elenca o biólogo Clemente Coelho Júnior, professor do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco (UPE).

Quantificar a área de mangue do Estado, diz ele, não é uma tarefa fácil e há carência de estudos com esse fim. “Podemos afirmar que no Grande Recife houve uma perda superior a 50% da vegetação nativa”, diz.

VEJA TAMBÉM

CARANGUEJO

ECOSSEITEMA


Mangue ferido

mangue ferido2

A falência do modelo de desenvolvimento e de sociedade dominante, a degradação das relações sociais, a exaustão dos recursos naturais, a fome e a miséria no mundo são cenas que estão no dia-a-dia de cada cidadão. A atual geração tem assistido a um intenso progresso tecnológico, que provoca graves conseqüências para a vida no planeta. Nos últimos anos, a preocupação com a degradação e a exaustão dos recursos naturais deixa de ser tema apenas do movimento ambientalista e passa a ser prioridade para diferentes atores sociais. Essa mudança está fortemente evidente nos grandes debates que têm acontecido nos mais variados cenários do mundo. É urgente o estabelecimento de uma nova ordem mundial que deve ter como referência central a necessidade da reflexão acerca dos temas ambientais, da escassez dos recursos naturais, de novas formas de relações entre os homens e da sociedade com o ambiente natural. A luta ambientalista passa a ser uma luta em defesa da vida.

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Há gosto no Mangue

Um evento que a cada ano vem dando destaque ao Cabo de Santo Agostinho é o Há gosto no Mangue promovido pela associação Mangue Ferido

Á gosto no mangue

Um Café cultural, entre iguarias e crustáceos oriundos do Mangue, ao som da banda, Toadas de Pernambuco, onde trovas e versos de cordel podiam fazer a alegria dos que ali estavam para participar deste evento

“O mangue é uma realidade, tipo pessoa ou organismo vivo, como queiram dizer, mas os matutos do mangue sabem muito bem que seu sustento vem do mangue, portanto a proteção dele é crucial para toda uma cadeia alimentar principalmente a nossa” Afirma o Artesão da Poesia Severino Melo

“O meio ambiente esta morrendo”

“Nós precisamos socorrer”

“Com tanta poluição”

“Ele pode até morrer”

Um verso bem bonito para á simples Larissa que mostrava o artesanato em sua mão

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Apresentação da Banda Toadas de Pernambuco, onde seu estilo “coco de rabeca” pode abrilhantar o evento, era o diferencial, embaixo de arvores nativa do mangue sobe uma areia fina os participantes poderão dançar ao ritmo envolvente da banda

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LIXO DE PRAIA DESASTRE ECOLOGICO EMINENTE

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Sacos plásticos, bitucas de cigarros, restos de alimentos e latas de alumínio. O que mais parece uma seleção dos itens de uma lata de lixo doméstica, na verdade é, o que muitas vezes pode-se encontrar ao chegar numa paradisíaca praia do litoral brasileiro. Principalmente nas praias do Cabo de Santo Agostinho, Transformados em verdadeiros lixões, principalmente na temporada de verão, quando aumenta o número de freqüentadores nas praias, as areias e mares tornam-se espelhos das atitudes de cidadãos despreocupados com o bem estar coletivo

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Aproveitando que o site estava fora do ar resolvi dar uma relaxada aproveite para levar a família para á praia pedra de Xareu, mas logo tive uma grande surpresa, ela estava lotada de turista farofeiros, vários ônibus se encontravam estacionados, formando aquela orgia de carros afins, fora disso encontramos a praia repleta de lixo o que também muito me revoltou por ver nossa bonita praia sendo degradada pelos próprios usuários um fato lamentável, mas como sempre levo minha fiel escudeira (SC-D364) onde minha mulher diz logo você não tem jeito nem de folga você para KKKK

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Mas fazer o que quem tem sangue de Moura na veia não pode negar as grandes batalhas que existe em nossa alma

Quando comecei a tirar umas fotos para fazer esta postagem, quem eu encontro in loco, Estevam Vice Presidente do Mangue ferido o mesmo trabalha vendendo artesanato na praia

Relatando o descaso dos usuários, o mesmo nos mostrou vários locais e flagrante do descaso e a falta de educação por parte dos usuários o mesmo fez um depoimento sobre o LIXO DE PRAIA


Comments
22 Responses to “MANGUE FERIDO”
  1. Genilson Caetano disse:

    A preservação ambiental, tema extremamente importante, pouco é discutido no Cabo de Santo Agostinho, a iniciativa do Projeto Mangue Ferido é atuante e já rendeu vários resultados positivos, os manguezais do Cabo e Jaboatão que o digaão. Parabéns ao portal do cabo pela oportunidade dada ao Projeto.

  2. NEEMIAS DOS SANTOS ARAÚJO disse:

    Boa noite!
    Gostaria de parabenizar o portalcabo, na pessoa do Sr Moura, pela iniciativa da parceria com a Associação Amigos do Meio Ambiente Mangue Ferído, representada pelo seu presidente Sr Sandro Florêncio.
    A ong Mangue Ferído é uma entidade séria que luta de maneira incansável pela preservação dos manguezais de Pernambuco, todavia muitas vezes esbarra nas dificuldades causadas pela falta de recursos e parcerías, porém iniciativas como estas do portalcabo contribuirão significativamente para a continuidade dos trabalhos da ong.

  3. Esta turma merece todo apoio possível, tenho acompanhado sua luta, conheço suas dificuldades e carências, lutam por um bem coletivo o mangue.
    Toda ajuda é válida.
    Parabéns!

  4. Maurício Hilanio disse:

    Nesses dias o Sandrinho se candidata a vereador.Sugiro o Partido verde!Boa sorte e abraço!

  5. jorge sanchez (diretor social) do Conselho Social de Moradores de Pontezinha disse:

    falar de Sandro Rock,é algo que tenho maior satisfação,a luta do mangue não haveria de ter uma referência sem a participação deste camarada…precisaria existir alguém com a determinação e respeito pela natureza como o punk rock Sandro rock…

  6. joao savio dos santos lima disse:

    Já não existe tantas matas e florestas,por favor digam se presta o ar para se respirar? Quanta fumaça ferindo a atmosfera das chaminés do progresso, há queimadas sem parar… -É a motor-serra disputando com o machado, é a tal coisa do mercado; todos qurem faturar $$$!!! -É a economia destruindo a ecologia e o verde da BANDEIRA, para qual côr irá mudar???
    (Eco Lamentos)

  7. Luiz Otavio disse:

    Sou estudante de ciencias sociais e estou fazendo uma pesquisa sobre o papel social do mangue.
    Como faço para ter contato com a ONG Mangue Ferido?

  8. sandro florencio presidente da associaçao mangue ferido disse:

    obrigado companheiro moura, mais informaçao e açao em defesa da biodiversidade do nasso manguezal. contamos sempre com vc.

  9. Batata disse:

    A poluição de rios e mares em conjunto com a especulação imobiliária nas regiões litorâneas tem afetado, significativamente, os mangues. Esta área tem diminuído de tamanho e o ecossistema da região tem sido afetado nas últimas décadas. Trabalhadores locais, principalmente os que vivem da caça e comércio de caranguejos, tem sofrido com a diminuição destes animais nos manguezais.

    Deixo este poema como incentivo para este trabalho no mangue

    Beleza que surpreende o imaginário,
    Frondosas árvores, a tudo sombreando,
    Folhas que caem, seguindo o seu fadário
    Bandos de pássaros, aninhando e gorjeando.

    Sobre um tapete, macio, escurecido,
    Aonde o sol chega brando e sereno,
    Caminham os crustáceos, em merecido
    Passeio, pelo ensoberbecido terreno.

    A natureza, criadora e esplendorosa,
    Surpreendentemente primorosa
    Improvisa a pluralização da existência.
    Translada para o mangue o berço
    Proporcionando a vida todo apreço
    Suplantando a criação e a magnificência.

    ROBERTO P. ACRUCHE

  10. janaci ferreira disse:

    meu querido amigo o mundo ta prescisando de pessoas assim como voce ,que sabe da valor as coisa da nossa terra.quanto tempo voce lutou pra mostra os valores do mangue.continue sempre lutando se todo mundo se expirar em voce o mundo será outro,quem sabe breve voce se candidata a vereador? já tem votos.beijos janaci

  11. janaci ferreira disse:

    que deus te abençõe sempre e continue sendo sempre essa pessoa maravilhosa q vc é.

  12. Adri_negona10 disse:

    ola!!! parabens pelo trabalho de vcs esta legal…

  13. jonathan e ayrton disse:

    nós adoranmos o progeto

  14. jonathan e ayrton disse:

    podemos lhe
    visitar

  15. Jennifer-Tool disse:

    Sim, provavelmente por isso e

  16. Sandro!
    Alguma dificuldade em responder meus e-mails?
    ajcbf2007@gmail.com – ALBERTO FIGUEIREDO

  17. sandro florencio disse:

    estamos em luta,contra o mostro do capitalismo, que tem sete cabeças, tentando de toda forma destruir nossos manguezais.Ajude-nos; nao jogue lixo em terrenos baldios,rios e ruas. faça a coleta seletiva, nao desperdice agua, nao faça quimadas,nao corte arvores.nao pratique pesca predatoria,nao capture carangueijos femeas, Lute voce tambem, em defesa desse ecossistema.revolte-se voce nao e inseto.

  18. ESTEVÃO SANTOS DA PAIXÃO disse:

    estou pasando pra dizer e agradese esse espasso que nos dado pelo portal e tanbem dizer o guanto sou orgulhoso de fazer parte do mangue ferido e saber que temos tantas pessoas que se sensebelição com o nossa empenho com o meio anbiente nos seres humanos temos o dever e obrigação de nos resposabilisa pelas nossas atitudes com o nosso planeta emas ainda com as gerações futuras pos não é o meio anbiente que tem que se adegua agente mas agente é que tem que se adegua a ele no mas e so isso e agradeser a todos que nos ajuda copono os nossos trabalhos no mangue ferido muito obrigado a todos .

  19. sandro florencio disse:

    o mangue eatar de luto.

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